Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Bulgária

Remessas recebidas na Bulgária em 2025 — 2.752.450.000 US$. Posição 42 no mundo, de um total de 94. Desde 1996, o indicador aumentou 6.532,4%.

2025 2,75 bi US$ +4,14% vs 2024
Posição no mundo 42de 94
Máximo do período 2,75 bi US$2025
Mínimo do período 41,5 mi US$1996

Evolução ao longo do tempo

1996–2025 · US$

Remessas recebidas — Bulgária, 1996–202501 bi2 bi3 bi199619992002200520082011201420172020202320251996: 41.500.000 US$1997: 50.600.000 US$1998: 50.675.833 US$1999: 42.528.020 US$2000: 58.235.451 US$2001: 826.200.310 US$2002: 1.176.951.497 US$2003: 1.718.485.429 US$2004: 1.722.769.585 US$2005: 1.612.912.427 US$2006: 1.716.435.981 US$2007: 1.693.553.171 US$2008: 1.918.650.334 US$2009: 1.591.794.628 US$2010: 1.332.910.000 US$2011: 1.483.190.000 US$2012: 1.448.880.000 US$2013: 1.666.960.000 US$2014: 1.717.900.000 US$2015: 1.523.870.000 US$2016: 1.629.140.000 US$2017: 2.079.620.000 US$2018: 2.122.180.000 US$2019: 2.135.650.000 US$2020: 1.985.450.000 US$2021: 2.010.320.000 US$2022: 2.092.050.000 US$2023: 2.286.420.000 US$2024: 2.642.960.000 US$2025: 2.752.450.000 US$
Variação no período: +2,71 bi (+6.532,41%) Taxa média anual: 15,56 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Bulgária

Bulgária 2,75 bi US$
Mundo 804 bi US$
Europa Oriental calculado 42,53 bi US$
Países de renda média-alta calculado 203 bi US$
Remessas recebidas — Bulgária, por ano Bulgária Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 2,75 bi +109 mi +4,14%
2024 2,64 bi +357 mi +15,59%
2023 2,29 bi +194 mi +9,29%
2022 2,09 bi +81,73 mi +4,07%
2021 2,01 bi +24,87 mi +1,25%
2020 1,99 bi −150 mi −7,03%
2019 2,14 bi +13,47 mi +0,63%
2018 2,12 bi +42,56 mi +2,05%
2017 2,08 bi +450 mi +27,65%
2016 1,63 bi +105 mi +6,91%
2015 1,52 bi −194 mi −11,29%
2014 1,72 bi +50,94 mi +3,06%
2013 1,67 bi +218 mi +15,05%
2012 1,45 bi −34,31 mi −2,31%
2011 1,48 bi +150 mi +11,27%
2010 1,33 bi −259 mi −16,26%
2009 1,59 bi −327 mi −17,04%
2008 1,92 bi +225 mi +13,29%
2007 1,69 bi −22,88 mi −1,33%
2006 1,72 bi +104 mi +6,42%
2005 1,61 bi −110 mi −6,38%
2004 1,72 bi +4,28 mi +0,25%
2003 1,72 bi +542 mi +46,01%
2002 1,18 bi +351 mi +42,45%
2001 826 mi +768 mi +1.318,72%
2000 58,24 mi +15,71 mi +36,93%
1999 42,53 mi −8,15 mi −16,08%
1998 50,68 mi +75.833 +0,15%
1997 50,6 mi +9,1 mi +21,93%
1996 41,5 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.