Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Eslováquia

Remessas recebidas na Eslováquia em 2025 — 3.196.266.309 US$. Posição 41 no mundo, de um total de 94. Desde 1993, o indicador aumentou 3.970,4%.

2025 3,2 bi US$ +8,18% vs 2024
Posição no mundo 41de 94
Máximo do período 3,2 bi US$2025
Mínimo do período 17,8 mi US$2000

Evolução ao longo do tempo

1993–2025 · US$

Remessas recebidas — Eslováquia, 1993–202501 bi2 bi3 bi4 bi1993199720012005200920132017202120251993: 78.525.116 US$1994: 48.492.443 US$1995: 25.742.912 US$1996: 20.787.354 US$1997: 29.128.895 US$1998: 23.214.363 US$1999: 19.242.010 US$2000: 17.795.790 US$2001: 22.498.263 US$2002: 24.388.759 US$2003: 425.324.011 US$2004: 702.778.958 US$2005: 1.210.904.295 US$2006: 1.343.434.297 US$2007: 1.661.512.193 US$2008: 2.050.364.972 US$2009: 1.672.288.995 US$2010: 1.590.890.346 US$2011: 1.753.891.236 US$2012: 1.927.193.404 US$2013: 2.354.472.854 US$2014: 2.410.645.507 US$2015: 2.073.154.966 US$2016: 2.127.305.704 US$2017: 2.556.641.216 US$2018: 2.834.009.810 US$2019: 2.544.685.949 US$2020: 2.463.633.269 US$2021: 2.428.848.212 US$2022: 2.316.199.137 US$2023: 2.728.906.716 US$2024: 2.954.562.148 US$2025: 3.196.266.309 US$
Variação no período: +3,12 bi (+3.970,37%) Taxa média anual: 12,28 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Eslováquia

Eslováquia 3,2 bi US$
Mundo 804 bi US$
Europa Oriental calculado 42,53 bi US$
Remessas recebidas — Eslováquia, por ano Eslováquia Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 3,2 bi +242 mi +8,18%
2024 2,95 bi +226 mi +8,27%
2023 2,73 bi +413 mi +17,82%
2022 2,32 bi −113 mi −4,64%
2021 2,43 bi −34,79 mi −1,41%
2020 2,46 bi −81,05 mi −3,19%
2019 2,54 bi −289 mi −10,21%
2018 2,83 bi +277 mi +10,85%
2017 2,56 bi +429 mi +20,18%
2016 2,13 bi +54,15 mi +2,61%
2015 2,07 bi −337 mi −14%
2014 2,41 bi +56,17 mi +2,39%
2013 2,35 bi +427 mi +22,17%
2012 1,93 bi +173 mi +9,88%
2011 1,75 bi +163 mi +10,25%
2010 1,59 bi −81,4 mi −4,87%
2009 1,67 bi −378 mi −18,44%
2008 2,05 bi +389 mi +23,4%
2007 1,66 bi +318 mi +23,68%
2006 1,34 bi +133 mi +10,94%
2005 1,21 bi +508 mi +72,3%
2004 703 mi +277 mi +65,23%
2003 425 mi +401 mi +1.643,93%
2002 24,39 mi +1,89 mi +8,4%
2001 22,5 mi +4,7 mi +26,42%
2000 17,8 mi −1,45 mi −7,52%
1999 19,24 mi −3,97 mi −17,11%
1998 23,21 mi −5,91 mi −20,3%
1997 29,13 mi +8,34 mi +40,13%
1996 20,79 mi −4,96 mi −19,25%
1995 25,74 mi −22,75 mi −46,91%
1994 48,49 mi −30,03 mi −38,25%
1993 78,53 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.