Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Bielorrússia

Remessas recebidas na Bielorrússia em 2025 — 2.308.028.992 US$. Posição 46 no mundo, de um total de 94. Desde 1993, o indicador aumentou 576.907,2%.

2025 2,31 bi US$ +25,28% vs 2024
Posição no mundo 46de 94
Máximo do período 2,31 bi US$2025
Mínimo do período 400.000 US$1993

Evolução ao longo do tempo

1993–2025 · US$

Remessas recebidas — Bielorrússia, 1993–202501 bi2 bi3 bi1993199720012005200920132017202120251993: 400.000 US$1994: 400.000 US$1995: 28.500.000 US$1996: 93.300.000 US$1997: 46.500.000 US$1998: 53.900.000 US$1999: 62.000.000 US$2000: 114.200.000 US$2001: 67.200.000 US$2002: 80.600.000 US$2003: 164.100.000 US$2004: 239.400.000 US$2005: 198.600.000 US$2006: 268.200.000 US$2007: 288.300.000 US$2008: 583.300.000 US$2009: 503.800.000 US$2010: 575.300.000 US$2011: 890.600.000 US$2012: 1.053.100.000 US$2013: 1.213.500.000 US$2014: 1.231.300.000 US$2015: 931.500.000 US$2016: 976.600.000 US$2017: 1.253.800.000 US$2018: 1.445.800.000 US$2019: 1.418.800.000 US$2020: 1.013.700.000 US$2021: 1.364.414.551 US$2022: 1.858.426.191 US$2023: 1.686.780.357 US$2024: 1.842.368.153 US$2025: 2.308.028.992 US$
Variação no período: +2,31 bi (+576.907,24%) Taxa média anual: 31,08 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Bielorrússia

Bielorrússia 2,31 bi US$
Mundo 804 bi US$
Europa Oriental calculado 42,53 bi US$
Países de renda média-alta calculado 203 bi US$
Remessas recebidas — Bielorrússia, por ano Bielorrússia Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 2,31 bi +466 mi +25,28%
2024 1,84 bi +156 mi +9,22%
2023 1,69 bi −172 mi −9,24%
2022 1,86 bi +494 mi +36,21%
2021 1,36 bi +351 mi +34,6%
2020 1,01 bi −405 mi −28,55%
2019 1,42 bi −27 mi −1,87%
2018 1,45 bi +192 mi +15,31%
2017 1,25 bi +277 mi +28,38%
2016 977 mi +45,1 mi +4,84%
2015 932 mi −300 mi −24,35%
2014 1,23 bi +17,8 mi +1,47%
2013 1,21 bi +160 mi +15,23%
2012 1,05 bi +163 mi +18,25%
2011 891 mi +315 mi +54,81%
2010 575 mi +71,5 mi +14,19%
2009 504 mi −79,5 mi −13,63%
2008 583 mi +295 mi +102,32%
2007 288 mi +20,1 mi +7,49%
2006 268 mi +69,6 mi +35,05%
2005 199 mi −40,8 mi −17,04%
2004 239 mi +75,3 mi +45,89%
2003 164 mi +83,5 mi +103,6%
2002 80,6 mi +13,4 mi +19,94%
2001 67,2 mi −47 mi −41,16%
2000 114 mi +52,2 mi +84,19%
1999 62 mi +8,1 mi +15,03%
1998 53,9 mi +7,4 mi +15,91%
1997 46,5 mi −46,8 mi −50,16%
1996 93,3 mi +64,8 mi +227,37%
1995 28,5 mi +28,1 mi +7.025%
1994 400.000 +0 +0%
1993 400.000

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.