Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Polônia

Remessas recebidas na Polônia em 2025 — 9.461.000.000 US$. Posição 23 no mundo, de um total de 94. Desde 1994, o indicador aumentou 1.528,4%.

2025 9,46 bi US$ +8,87% vs 2024
Posição no mundo 23de 94
Máximo do período 12,32 bi US$2008
Mínimo do período 581 mi US$1994

Evolução ao longo do tempo

1994–2025 · US$

Remessas recebidas — Polônia, 1994–202505 bi10 bi15 bi1994199820022006201020142018202220251994: 581.000.000 US$1995: 724.000.000 US$1996: 774.000.000 US$1997: 848.000.000 US$1998: 1.070.000.000 US$1999: 825.000.000 US$2000: 1.496.000.000 US$2001: 1.563.000.000 US$2002: 1.685.000.000 US$2003: 2.284.000.000 US$2004: 4.724.000.000 US$2005: 7.283.000.000 US$2006: 9.563.000.000 US$2007: 11.975.000.000 US$2008: 12.321.000.000 US$2009: 10.214.000.000 US$2010: 7.712.000.000 US$2011: 7.768.000.000 US$2012: 7.041.000.000 US$2013: 7.457.000.000 US$2014: 7.468.000.000 US$2015: 6.835.000.000 US$2016: 6.763.000.000 US$2017: 7.305.000.000 US$2018: 7.603.000.000 US$2019: 7.515.000.000 US$2020: 7.438.000.000 US$2021: 7.929.000.000 US$2022: 7.564.000.000 US$2023: 8.540.000.000 US$2024: 8.690.000.000 US$2025: 9.461.000.000 US$
Variação no período: +8,88 bi (+1.528,4%) Taxa média anual: 9,42 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Polônia

Polônia 9,46 bi US$
Mundo 804 bi US$
Europa Oriental calculado 42,53 bi US$
Remessas recebidas — Polônia, por ano Polônia Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 9,46 bi +771 mi +8,87%
2024 8,69 bi +150 mi +1,76%
2023 8,54 bi +976 mi +12,9%
2022 7,56 bi −365 mi −4,6%
2021 7,93 bi +491 mi +6,6%
2020 7,44 bi −77 mi −1,02%
2019 7,52 bi −88 mi −1,16%
2018 7,6 bi +298 mi +4,08%
2017 7,31 bi +542 mi +8,01%
2016 6,76 bi −72 mi −1,05%
2015 6,84 bi −633 mi −8,48%
2014 7,47 bi +11 mi +0,15%
2013 7,46 bi +416 mi +5,91%
2012 7,04 bi −727 mi −9,36%
2011 7,77 bi +56 mi +0,73%
2010 7,71 bi −2,5 bi −24,5%
2009 10,21 bi −2,11 bi −17,1%
2008 12,32 bi +346 mi +2,89%
2007 11,98 bi +2,41 bi +25,22%
2006 9,56 bi +2,28 bi +31,31%
2005 7,28 bi +2,56 bi +54,17%
2004 4,72 bi +2,44 bi +106,83%
2003 2,28 bi +599 mi +35,55%
2002 1,69 bi +122 mi +7,81%
2001 1,56 bi +67 mi +4,48%
2000 1,5 bi +671 mi +81,33%
1999 825 mi −245 mi −22,9%
1998 1,07 bi +222 mi +26,18%
1997 848 mi +74 mi +9,56%
1996 774 mi +50 mi +6,91%
1995 724 mi +143 mi +24,61%
1994 581 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.