Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Europa Oriental

Remessas recebidas na Europa Oriental em 2025 — 42.531.360.512 US$. Desde 1994, o indicador aumentou 692,3%.

2025 42,53 bi US$ −17,41% vs 2024
Posição no mundo
Máximo do período 60,82 bi US$2021
Mínimo do período 1,28 bi US$1995

Evolução ao longo do tempo

1994–2025 · US$

Remessas recebidas — Europa Oriental, 1994–2025020 bi40 bi60 bi80 bi1994199820022006201020142018202220251994: 5.367.900.317 US$1995: 1.283.210.794 US$1996: 1.408.519.184 US$1997: 1.608.836.081 US$1998: 2.219.817.821 US$1999: 2.091.847.980 US$2000: 3.535.900.324 US$2001: 5.273.235.710 US$2002: 6.336.731.427 US$2003: 8.797.338.482 US$2004: 14.155.530.923 US$2005: 20.088.860.979 US$2006: 24.611.638.043 US$2007: 31.493.268.422 US$2008: 35.432.219.382 US$2009: 29.781.838.738 US$2010: 28.400.068.213 US$2011: 32.011.736.764 US$2012: 32.953.552.127 US$2013: 41.962.302.439 US$2014: 41.935.678.422 US$2015: 40.279.737.105 US$2016: 42.338.362.319 US$2017: 49.458.930.293 US$2018: 55.181.441.080 US$2019: 58.621.727.877 US$2020: 55.631.872.514 US$2021: 60.820.916.066 US$2022: 52.810.192.244 US$2023: 54.230.167.540 US$2024: 51.498.016.493 US$2025: 42.531.360.512 US$
Variação no período: +37,16 bi (+692,33%) Taxa média anual: 6,9 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Europa Oriental

Europa Oriental 42,53 bi US$
Mundo 804 bi US$
Remessas recebidas — Europa Oriental, por ano Europa Oriental Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 42,53 bi −8,97 bi −17,41%
2024 51,5 bi −2,73 bi −5,04%
2023 54,23 bi +1,42 bi +2,69%
2022 52,81 bi −8,01 bi −13,17%
2021 60,82 bi +5,19 bi +9,33%
2020 55,63 bi −2,99 bi −5,1%
2019 58,62 bi +3,44 bi +6,23%
2018 55,18 bi +5,72 bi +11,57%
2017 49,46 bi +7,12 bi +16,82%
2016 42,34 bi +2,06 bi +5,11%
2015 40,28 bi −1,66 bi −3,95%
2014 41,94 bi −26,62 mi −0,06%
2013 41,96 bi +9,01 bi +27,34%
2012 32,95 bi +942 mi +2,94%
2011 32,01 bi +3,61 bi +12,72%
2010 28,4 bi −1,38 bi −4,64%
2009 29,78 bi −5,65 bi −15,95%
2008 35,43 bi +3,94 bi +12,51%
2007 31,49 bi +6,88 bi +27,96%
2006 24,61 bi +4,52 bi +22,51%
2005 20,09 bi +5,93 bi +41,92%
2004 14,16 bi +5,36 bi +60,91%
2003 8,8 bi +2,46 bi +38,83%
2002 6,34 bi +1,06 bi +20,17%
2001 5,27 bi +1,74 bi +49,13%
2000 3,54 bi +1,44 bi +69,03%
1999 2,09 bi −128 mi −5,76%
1998 2,22 bi +611 mi +37,98%
1997 1,61 bi +200 mi +14,22%
1996 1,41 bi +125 mi +9,77%
1995 1,28 bi −4,08 bi −76,09%
1994 5,37 bi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.