Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Tchéquia

Remessas recebidas na Tchéquia em 2025 — 4.925.413.748 US$. Posição 33 no mundo, de um total de 94. Desde 1993, o indicador aumentou 3.467,4%.

2025 4,93 bi US$ +8,18% vs 2024
Posição no mundo 33de 94
Máximo do período 4,93 bi US$2025
Mínimo do período 71,08 mi US$1997

Evolução ao longo do tempo

1993–2025 · US$

Remessas recebidas — Tchéquia, 1993–202502 bi4 bi6 bi1993199720012005200920132017202120251993: 138.067.474 US$1994: 164.007.874 US$1995: 189.103.030 US$1996: 110.474.333 US$1997: 71.076.228 US$1998: 345.841.415 US$1999: 310.628.664 US$2000: 293.965.052 US$2001: 256.460.661 US$2002: 332.664.618 US$2003: 493.715.526 US$2004: 1.221.907.272 US$2005: 1.340.517.764 US$2006: 1.603.247.264 US$2007: 1.827.046.315 US$2008: 1.134.443.633 US$2009: 1.196.075.195 US$2010: 1.229.063.882 US$2011: 1.394.312.633 US$2012: 1.409.130.137 US$2013: 1.737.884.337 US$2014: 2.628.261.738 US$2015: 2.674.828.099 US$2016: 3.126.388.080 US$2017: 3.585.217.057 US$2018: 3.973.112.950 US$2019: 3.859.937.090 US$2020: 4.185.806.688 US$2021: 4.386.865.793 US$2022: 4.152.543.467 US$2023: 4.275.884.317 US$2024: 4.553.160.818 US$2025: 4.925.413.748 US$
Variação no período: +4,79 bi (+3.467,4%) Taxa média anual: 11,82 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Tchéquia

Tchéquia 4,93 bi US$
Mundo 804 bi US$
Europa Oriental calculado 42,53 bi US$
Remessas recebidas — Tchéquia, por ano Tchéquia Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 4,93 bi +372 mi +8,18%
2024 4,55 bi +277 mi +6,48%
2023 4,28 bi +123 mi +2,97%
2022 4,15 bi −234 mi −5,34%
2021 4,39 bi +201 mi +4,8%
2020 4,19 bi +326 mi +8,44%
2019 3,86 bi −113 mi −2,85%
2018 3,97 bi +388 mi +10,82%
2017 3,59 bi +459 mi +14,68%
2016 3,13 bi +452 mi +16,88%
2015 2,67 bi +46,57 mi +1,77%
2014 2,63 bi +890 mi +51,23%
2013 1,74 bi +329 mi +23,33%
2012 1,41 bi +14,82 mi +1,06%
2011 1,39 bi +165 mi +13,45%
2010 1,23 bi +32,99 mi +2,76%
2009 1,2 bi +61,63 mi +5,43%
2008 1,13 bi −693 mi −37,91%
2007 1,83 bi +224 mi +13,96%
2006 1,6 bi +263 mi +19,6%
2005 1,34 bi +119 mi +9,71%
2004 1,22 bi +728 mi +147,49%
2003 494 mi +161 mi +48,41%
2002 333 mi +76,2 mi +29,71%
2001 256 mi −37,5 mi −12,76%
2000 294 mi −16,66 mi −5,36%
1999 311 mi −35,21 mi −10,18%
1998 346 mi +275 mi +386,58%
1997 71,08 mi −39,4 mi −35,66%
1996 110 mi −78,63 mi −41,58%
1995 189 mi +25,1 mi +15,3%
1994 164 mi +25,94 mi +18,79%
1993 138 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.