Vacinação contra sarampo — todos os países

Vacinação contra sarampo — Argentina

Vacinação contra sarampo na Argentina em 2024 — 82%. Posição 138 no mundo, de um total de 192. Desde 1980, o indicador aumentou 21 p.p..

2024 82% +2 p.p. vs 2023
Posição no mundo 138de 192
Máximo do período 99%1991
Mínimo do período 54%1985

Evolução ao longo do tempo

1980–2024 · % das crianças de 12 a 23 meses

Vacinação contra sarampo — Argentina, 1980–202440608010019801985199019952000200520102015202020241980: 61%1981: 77%1982: 67%1983: 67%1984: 79%1985: 54%1986: 87%1987: 80%1988: 87%1989: 89%1990: 93%1991: 99%1992: 92%1993: 95%1994: 96%1995: 99%1996: 99%1997: 93%1998: 95%1999: 97%2000: 91%2001: 89%2002: 95%2003: 97%2004: 99%2005: 98%2006: 97%2007: 94%2008: 96%2009: 96%2010: 95%2011: 95%2012: 94%2013: 94%2014: 95%2015: 89%2016: 90%2017: 90%2018: 94%2019: 86%2020: 77%2021: 86%2022: 85%2023: 80%2024: 82%
Variação no período: +21 p.p. Média anual: 0,48 p.p.

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Argentina

Argentina 82%
Mundo 84,3%
América do Sul calculado 88,5%
Vacinação contra sarampo — Argentina, por ano Argentina Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 82 +2 p.p.
2023 80 −5 p.p.
2022 85 −1 p.p.
2021 86 +9 p.p.
2020 77 −9 p.p.
2019 86 −8 p.p.
2018 94 +4 p.p.
2017 90 +0 p.p.
2016 90 +1 p.p.
2015 89 −6 p.p.
2014 95 +1 p.p.
2013 94 +0 p.p.
2012 94 −1 p.p.
2011 95 +0 p.p.
2010 95 −1 p.p.
2009 96 +0 p.p.
2008 96 +2 p.p.
2007 94 −3 p.p.
2006 97 −1 p.p.
2005 98 −1 p.p.
2004 99 +2 p.p.
2003 97 +2 p.p.
2002 95 +6 p.p.
2001 89 −2 p.p.
2000 91 −6 p.p.
1999 97 +2 p.p.
1998 95 +2 p.p.
1997 93 −6 p.p.
1996 99 +0 p.p.
1995 99 +3 p.p.
1994 96 +1 p.p.
1993 95 +3 p.p.
1992 92 −7 p.p.
1991 99 +6 p.p.
1990 93 +4 p.p.
1989 89 +2 p.p.
1988 87 +7 p.p.
1987 80 −7 p.p.
1986 87 +33 p.p.
1985 54 −25 p.p.
1984 79 +12 p.p.
1983 67 +0 p.p.
1982 67 −10 p.p.
1981 77 +16 p.p.
1980 61

Sobre o indicador

Parcela das crianças de 12 a 23 meses que receberam a vacina contra sarampo. O sarampo é mais contagioso que quase qualquer outra infecção, e o seu limiar de imunidade coletiva é mais alto que o das demais — cerca de 95% —, por isso uma queda de alguns pontos na cobertura devolve os surtos a países onde a doença era considerada vencida. Nesta série se vê como a cobertura caiu em 2020–2021 e onde ela não se recuperou desde então.

Importante: Primeira dose. Para uma proteção confiável são necessárias duas, e a cobertura da segunda dose é menor; o Banco Mundial não tem uma série separada para ela.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.