Cobertura vacinal DTP — todos os países

Cobertura vacinal DTP — Argentina

Cobertura vacinal DTP na Argentina em 2024 — 75%. Posição 156 no mundo, de um total de 192. Desde 1980, o indicador aumentou 31 p.p..

2024 75% +9 p.p. vs 2023
Posição no mundo 156de 192
Máximo do período 98%2004
Mínimo do período 44%1980

Evolução ao longo do tempo

1980–2024 · % das crianças de 12 a 23 meses

Cobertura vacinal DTP — Argentina, 1980–202440608010019801985199019952000200520102015202020241980: 44%1981: 49%1982: 58%1983: 61%1984: 62%1985: 66%1986: 67%1987: 75%1988: 80%1989: 80%1990: 87%1991: 80%1992: 81%1993: 81%1994: 82%1995: 85%1996: 83%1997: 88%1998: 84%1999: 86%2000: 83%2001: 83%2002: 93%2003: 96%2004: 98%2005: 98%2006: 91%2007: 91%2008: 93%2009: 94%2010: 94%2011: 91%2012: 91%2013: 94%2014: 94%2015: 94%2016: 92%2017: 88%2018: 86%2019: 83%2020: 74%2021: 81%2022: 84%2023: 66%2024: 75%
Variação no período: +31 p.p. Média anual: 0,7 p.p.

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Argentina

Argentina 75%
Mundo 84,8%
América do Sul calculado 84,5%
Cobertura vacinal DTP — Argentina, por ano Argentina Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 75 +9 p.p.
2023 66 −18 p.p.
2022 84 +3 p.p.
2021 81 +7 p.p.
2020 74 −9 p.p.
2019 83 −3 p.p.
2018 86 −2 p.p.
2017 88 −4 p.p.
2016 92 −2 p.p.
2015 94 +0 p.p.
2014 94 +0 p.p.
2013 94 +3 p.p.
2012 91 +0 p.p.
2011 91 −3 p.p.
2010 94 +0 p.p.
2009 94 +1 p.p.
2008 93 +2 p.p.
2007 91 +0 p.p.
2006 91 −7 p.p.
2005 98 +0 p.p.
2004 98 +2 p.p.
2003 96 +3 p.p.
2002 93 +10 p.p.
2001 83 +0 p.p.
2000 83 −3 p.p.
1999 86 +2 p.p.
1998 84 −4 p.p.
1997 88 +5 p.p.
1996 83 −2 p.p.
1995 85 +3 p.p.
1994 82 +1 p.p.
1993 81 +0 p.p.
1992 81 +1 p.p.
1991 80 −7 p.p.
1990 87 +7 p.p.
1989 80 +0 p.p.
1988 80 +5 p.p.
1987 75 +8 p.p.
1986 67 +1 p.p.
1985 66 +4 p.p.
1984 62 +1 p.p.
1983 61 +3 p.p.
1982 58 +9 p.p.
1981 49 +5 p.p.
1980 44

Sobre o indicador

Parcela das crianças de 12 a 23 meses que receberam três doses da vacina combinada contra difteria, coqueluche e tétano. O indicador é usado como sinal do funcionamento de todo o sistema de atenção primária à saúde: se a criança recebeu três doses, é porque a família chegou a um serviço de saúde ao menos três vezes.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.