Vacinação contra sarampo — todos os países

Vacinação contra sarampo — Colômbia

Vacinação contra sarampo na Colômbia em 2024 — 93%. Posição 74 no mundo, de um total de 192. Desde 1980, o indicador aumentou 80 p.p..

2024 93% +0 p.p. vs 2023
Posição no mundo 74de 192
Máximo do período 95%1995
Mínimo do período 13%1980

Evolução ao longo do tempo

1980–2024 · % das crianças de 12 a 23 meses

Vacinação contra sarampo — Colômbia, 1980–2024025507510019801985199019952000200520102015202020241980: 13%1981: 26%1982: 28%1983: 43%1984: 51%1985: 51%1986: 45%1987: 59%1988: 74%1989: 81%1990: 82%1991: 78%1992: 74%1993: 94%1994: 84%1995: 95%1996: 90%1997: 80%1998: 78%1999: 79%2000: 88%2001: 93%2002: 93%2003: 93%2004: 92%2005: 94%2006: 95%2007: 95%2008: 92%2009: 95%2010: 88%2011: 88%2012: 94%2013: 92%2014: 91%2015: 94%2016: 93%2017: 93%2018: 95%2019: 95%2020: 90%2021: 86%2022: 88%2023: 93%2024: 93%
Variação no período: +80 p.p. Média anual: 1,82 p.p.

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Colômbia

Colômbia 93%
Mundo 84,3%
América do Sul calculado 88,5%
Vacinação contra sarampo — Colômbia, por ano Colômbia Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 93 +0 p.p.
2023 93 +5 p.p.
2022 88 +2 p.p.
2021 86 −4 p.p.
2020 90 −5 p.p.
2019 95 +0 p.p.
2018 95 +2 p.p.
2017 93 +0 p.p.
2016 93 −1 p.p.
2015 94 +3 p.p.
2014 91 −1 p.p.
2013 92 −2 p.p.
2012 94 +6 p.p.
2011 88 +0 p.p.
2010 88 −7 p.p.
2009 95 +3 p.p.
2008 92 −3 p.p.
2007 95 +0 p.p.
2006 95 +1 p.p.
2005 94 +2 p.p.
2004 92 −1 p.p.
2003 93 +0 p.p.
2002 93 +0 p.p.
2001 93 +5 p.p.
2000 88 +9 p.p.
1999 79 +1 p.p.
1998 78 −2 p.p.
1997 80 −10 p.p.
1996 90 −5 p.p.
1995 95 +11 p.p.
1994 84 −10 p.p.
1993 94 +20 p.p.
1992 74 −4 p.p.
1991 78 −4 p.p.
1990 82 +1 p.p.
1989 81 +7 p.p.
1988 74 +15 p.p.
1987 59 +14 p.p.
1986 45 −6 p.p.
1985 51 +0 p.p.
1984 51 +8 p.p.
1983 43 +15 p.p.
1982 28 +2 p.p.
1981 26 +13 p.p.
1980 13

Sobre o indicador

Parcela das crianças de 12 a 23 meses que receberam a vacina contra sarampo. O sarampo é mais contagioso que quase qualquer outra infecção, e o seu limiar de imunidade coletiva é mais alto que o das demais — cerca de 95% —, por isso uma queda de alguns pontos na cobertura devolve os surtos a países onde a doença era considerada vencida. Nesta série se vê como a cobertura caiu em 2020–2021 e onde ela não se recuperou desde então.

Importante: Primeira dose. Para uma proteção confiável são necessárias duas, e a cobertura da segunda dose é menor; o Banco Mundial não tem uma série separada para ela.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.