Vacinação contra sarampo — todos os países

Vacinação contra sarampo — Paraguai

Vacinação contra sarampo no Paraguai em 2024 — 90%. Posição 92 no mundo, de um total de 192. Desde 1980, o indicador aumentou 71 p.p..

2024 90% +7 p.p. vs 2023
Posição no mundo 92de 192
Máximo do período 96%1993
Mínimo do período 16%1981

Evolução ao longo do tempo

1980–2024 · % das crianças de 12 a 23 meses

Vacinação contra sarampo — Paraguai, 1980–2024025507510019801985199019952000200520102015202020241980: 19%1981: 16%1982: 26%1983: 37%1984: 62%1985: 48%1986: 46%1987: 56%1988: 63%1989: 58%1990: 69%1991: 74%1992: 87%1993: 96%1994: 76%1995: 75%1996: 81%1997: 61%1998: 71%1999: 82%2000: 92%2001: 90%2002: 86%2003: 91%2004: 91%2005: 91%2006: 91%2007: 91%2008: 91%2009: 91%2010: 93%2011: 91%2012: 88%2013: 88%2014: 84%2015: 78%2016: 85%2017: 92%2018: 93%2019: 87%2020: 80%2021: 68%2022: 54%2023: 83%2024: 90%
Variação no período: +71 p.p. Média anual: 1,61 p.p.

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Paraguai

Paraguai 90%
Mundo 84,3%
América do Sul calculado 88,5%
Vacinação contra sarampo — Paraguai, por ano Paraguai Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 90 +7 p.p.
2023 83 +29 p.p.
2022 54 −14 p.p.
2021 68 −12 p.p.
2020 80 −7 p.p.
2019 87 −6 p.p.
2018 93 +1 p.p.
2017 92 +7 p.p.
2016 85 +7 p.p.
2015 78 −6 p.p.
2014 84 −4 p.p.
2013 88 +0 p.p.
2012 88 −3 p.p.
2011 91 −2 p.p.
2010 93 +2 p.p.
2009 91 +0 p.p.
2008 91 +0 p.p.
2007 91 +0 p.p.
2006 91 +0 p.p.
2005 91 +0 p.p.
2004 91 +0 p.p.
2003 91 +5 p.p.
2002 86 −4 p.p.
2001 90 −2 p.p.
2000 92 +10 p.p.
1999 82 +11 p.p.
1998 71 +10 p.p.
1997 61 −20 p.p.
1996 81 +6 p.p.
1995 75 −1 p.p.
1994 76 −20 p.p.
1993 96 +9 p.p.
1992 87 +13 p.p.
1991 74 +5 p.p.
1990 69 +11 p.p.
1989 58 −5 p.p.
1988 63 +7 p.p.
1987 56 +10 p.p.
1986 46 −2 p.p.
1985 48 −14 p.p.
1984 62 +25 p.p.
1983 37 +11 p.p.
1982 26 +10 p.p.
1981 16 −3 p.p.
1980 19

Sobre o indicador

Parcela das crianças de 12 a 23 meses que receberam a vacina contra sarampo. O sarampo é mais contagioso que quase qualquer outra infecção, e o seu limiar de imunidade coletiva é mais alto que o das demais — cerca de 95% —, por isso uma queda de alguns pontos na cobertura devolve os surtos a países onde a doença era considerada vencida. Nesta série se vê como a cobertura caiu em 2020–2021 e onde ela não se recuperou desde então.

Importante: Primeira dose. Para uma proteção confiável são necessárias duas, e a cobertura da segunda dose é menor; o Banco Mundial não tem uma série separada para ela.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.