Vacinação contra sarampo — todos os países

Vacinação contra sarampo — Bolívia

Vacinação contra sarampo na Bolívia em 2024 — 67%. Posição 172 no mundo, de um total de 192. Desde 1980, o indicador aumentou 54 p.p..

2024 67% −1 p.p. vs 2023
Posição no mundo 172de 192
Máximo do período 96%2003
Mínimo do período 13%1980

Evolução ao longo do tempo

1980–2024 · % das crianças de 12 a 23 meses

Vacinação contra sarampo — Bolívia, 1980–2024025507510019801985199019952000200520102015202020241980: 13%1981: 17%1982: 15%1983: 13%1984: 20%1985: 21%1986: 55%1987: 57%1988: 58%1989: 59%1990: 53%1991: 54%1992: 57%1993: 57%1994: 64%1995: 58%1996: 61%1997: 51%1998: 65%1999: 79%2000: 84%2001: 88%2002: 91%2003: 96%2004: 90%2005: 89%2006: 88%2007: 86%2008: 92%2009: 93%2010: 88%2011: 96%2012: 92%2013: 87%2014: 89%2015: 95%2016: 94%2017: 83%2018: 89%2019: 79%2020: 74%2021: 75%2022: 69%2023: 68%2024: 67%
Variação no período: +54 p.p. Média anual: 1,23 p.p.

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Bolívia

Bolívia 67%
Mundo 84,3%
América do Sul calculado 88,5%
Vacinação contra sarampo — Bolívia, por ano Bolívia Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 67 −1 p.p.
2023 68 −1 p.p.
2022 69 −6 p.p.
2021 75 +1 p.p.
2020 74 −5 p.p.
2019 79 −10 p.p.
2018 89 +6 p.p.
2017 83 −11 p.p.
2016 94 −1 p.p.
2015 95 +6 p.p.
2014 89 +2 p.p.
2013 87 −5 p.p.
2012 92 −4 p.p.
2011 96 +8 p.p.
2010 88 −5 p.p.
2009 93 +1 p.p.
2008 92 +6 p.p.
2007 86 −2 p.p.
2006 88 −1 p.p.
2005 89 −1 p.p.
2004 90 −6 p.p.
2003 96 +5 p.p.
2002 91 +3 p.p.
2001 88 +4 p.p.
2000 84 +5 p.p.
1999 79 +14 p.p.
1998 65 +14 p.p.
1997 51 −10 p.p.
1996 61 +3 p.p.
1995 58 −6 p.p.
1994 64 +7 p.p.
1993 57 +0 p.p.
1992 57 +3 p.p.
1991 54 +1 p.p.
1990 53 −6 p.p.
1989 59 +1 p.p.
1988 58 +1 p.p.
1987 57 +2 p.p.
1986 55 +34 p.p.
1985 21 +1 p.p.
1984 20 +7 p.p.
1983 13 −2 p.p.
1982 15 −2 p.p.
1981 17 +4 p.p.
1980 13

Sobre o indicador

Parcela das crianças de 12 a 23 meses que receberam a vacina contra sarampo. O sarampo é mais contagioso que quase qualquer outra infecção, e o seu limiar de imunidade coletiva é mais alto que o das demais — cerca de 95% —, por isso uma queda de alguns pontos na cobertura devolve os surtos a países onde a doença era considerada vencida. Nesta série se vê como a cobertura caiu em 2020–2021 e onde ela não se recuperou desde então.

Importante: Primeira dose. Para uma proteção confiável são necessárias duas, e a cobertura da segunda dose é menor; o Banco Mundial não tem uma série separada para ela.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.