Recursos hídricos per capita — todos os países

Recursos hídricos per capita — Líbia

Recursos hídricos per capita na Líbia em 2022 — 97 m³/pess.. Posição 169 no mundo, de um total de 181. Desde 1961, o indicador caiu 78,5%.

2022 97 m³/pess. −1,23% vs 2021
Posição no mundo 169de 181
Máximo do período 450 m³/pess.1961
Mínimo do período 97 m³/pess.2022

Evolução ao longo do tempo

1961–2022 · m³ per capita

Recursos hídricos per capita — Líbia, 1961–2022020040060019611968197519821989199620032010201720221961: 450 m³/pess.1963: 414 m³/pess.1965: 388 m³/pess.1967: 369 m³/pess.1969: 348 m³/pess.1971: 325 m³/pess.1973: 302 m³/pess.1975: 272 m³/pess.1977: 243 m³/pess.1979: 216 m³/pess.1981: 193 m³/pess.1983: 188 m³/pess.1985: 180 m³/pess.1987: 170 m³/pess.1989: 161 m³/pess.1991: 154 m³/pess.1993: 148 m³/pess.1995: 143 m³/pess.1997: 138 m³/pess.1999: 134 m³/pess.2001: 130 m³/pess.2003: 125 m³/pess.2005: 119 m³/pess.2007: 115 m³/pess.2009: 110 m³/pess.2011: 110 m³/pess.2013: 111 m³/pess.2015: 107 m³/pess.2017: 104 m³/pess.2019: 101 m³/pess.2021: 98 m³/pess.2022: 97 m³/pess.
Variação no período: −353 (−78,46%) Taxa média anual: -2,49 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Líbia

Líbia 97 m³/pess.
Mundo 5.393 m³/pess.
África do Norte calculado 190 m³/pess.
Países de renda média-alta calculado 6.572 m³/pess.
Recursos hídricos per capita — Líbia, por ano Líbia Todos os países CSV XLSX
Ano m³/pess. Variação Variação, %
2022 97 −1 −1,23%
2021 98 −1 −1,26%
2020 99 −1 −1,34%
2019 101 −1 −1,47%
2018 102 −2 −1,61%
2017 104 −2 −1,58%
2016 106 −2 −1,51%
2015 107 −2 −1,6%
2014 109 −2 −1,91%
2013 111 −2 −1,99%
2012 113 +3 +2,65%
2011 110 +3 +2,44%
2010 108 −2 −2,02%
2009 110 −2 −2,06%
2008 112 −2 −2,1%
2007 115 −2 −2,03%
2006 117 −2 −2,03%
2005 119 −3 −2,08%
2004 122 −3 −2,04%
2003 125 −3 −1,98%
2002 127 −2 −1,9%
2001 130 −2 −1,83%
2000 132 −2 −1,64%
1999 134 −2 −1,48%
1998 136 −2 −1,48%
1997 138 −2 −1,53%
1996 140 −2 −1,62%
1995 143 −3 −1,73%
1994 145 −3 −1,85%
1993 148 −3 −1,96%
1992 151 −3 −2,07%
1991 154 −3 −2,18%
1990 157 −4 −2,3%
1989 161 −4 −2,42%
1988 165 −4 −2,55%
1987 170 −5 −2,72%
1986 174 −5 −2,95%
1985 180 −6 −3,21%
1984 185 −3 −1,45%
1983 188 +0 +0,16%
1982 188 −5 −2,77%
1981 193 −11 −5,44%
1980 204 −12 −5,56%
1979 216 −13 −5,61%
1978 229 −14 −5,6%
1977 243 −14 −5,56%
1976 257 −15 −5,5%
1975 272 −16 −5,42%
1974 288 −15 −4,85%
1973 302 −12 −3,81%
1972 314 −11 −3,26%
1971 325 −11 −3,29%
1970 336 −11 −3,28%
1969 348 −11 −3,05%
1968 358 −10 −2,8%
1967 369 −10 −2,59%
1966 379 −9 −2,44%
1965 388 −11 −2,79%
1964 399 −15 −3,61%
1963 414 −17 −4,05%
1962 432 −18 −4,09%
1961 450

África do Norte, 2022

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Recursos internos renováveis de água doce divididos pela população. É por esta medida que se costuma julgar a escassez de água: abaixo de 1.700 metros cúbicos por habitante ao ano fala-se de tensão hídrica; abaixo de 1.000, de escassez; abaixo de 500, de escassez absoluta. O indicador cai mesmo onde a água não diminui — apenas pelo crescimento da população —, e por esta série se vê quais países entram na escassez por via demográfica.

Importante: O valor de um grupo são todos os seus recursos hídricos sobre toda a sua população. Os limiares de 1.700, 1.000 e 500 m³ são referências de uso comum, e não uma classificação oficial.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.