Recursos hídricos per capita — todos os países

Recursos hídricos per capita — Países de renda média-alta

Recursos hídricos per capita nos países de renda média-alta em 2022 — 6.572 m³/pess.. Desde 1962, o indicador caiu 59,6%.

2022 6.572 m³/pess. −0,35% vs 2021
Posição no mundo
Máximo do período 16.252 m³/pess.1962
Mínimo do período 6.572 m³/pess.2022

Evolução ao longo do tempo

1962–2022 · m³ per capita

Recursos hídricos per capita — Países de renda média-alta, 1962–20225.0007.50010.00012.50015.00017.500196219681974198019861992199820042010201620221962: 16.252 m³/pess.1964: 15.450 m³/pess.1966: 14.668 m³/pess.1968: 13.922 m³/pess.1970: 13.193 m³/pess.1972: 12.531 m³/pess.1974: 11.970 m³/pess.1976: 11.511 m³/pess.1978: 11.117 m³/pess.1980: 10.745 m³/pess.1982: 10.376 m³/pess.1984: 10.021 m³/pess.1986: 9.681 m³/pess.1988: 9.342 m³/pess.1990: 9.033 m³/pess.1992: 8.629 m³/pess.1994: 8.399 m³/pess.1996: 8.190 m³/pess.1998: 7.998 m³/pess.2000: 7.828 m³/pess.2002: 7.680 m³/pess.2004: 7.545 m³/pess.2006: 7.400 m³/pess.2008: 7.286 m³/pess.2010: 7.168 m³/pess.2012: 7.044 m³/pess.2014: 6.919 m³/pess.2016: 6.807 m³/pess.2018: 6.703 m³/pess.2020: 6.622 m³/pess.2022: 6.572 m³/pess.
Variação no período: −9.680 (−59,56%) Taxa média anual: -1,5 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Países de renda média-alta

Países de renda média-alta 6.572 m³/pess.
Mundo 5.393 m³/pess.
Recursos hídricos per capita — Países de renda média-alta, por ano Países de renda média-alta Todos os países CSV XLSX
Ano m³/pess. Variação Variação, %
2022 6.572 −23 −0,35%
2021 6.595 −27 −0,4%
2020 6.622 −36 −0,55%
2019 6.658 −45 −0,67%
2018 6.703 −50 −0,74%
2017 6.753 −54 −0,79%
2016 6.807 −54 −0,79%
2015 6.862 −57 −0,83%
2014 6.919 −61 −0,87%
2013 6.980 −64 −0,91%
2012 7.044 −65 −0,91%
2011 7.109 −59 −0,83%
2010 7.168 −58 −0,8%
2009 7.226 −60 −0,82%
2008 7.286 −59 −0,81%
2007 7.345 −55 −0,74%
2006 7.400 −80 −1,07%
2005 7.481 −65 −0,86%
2004 7.545 −66 −0,86%
2003 7.611 −69 −0,89%
2002 7.680 −72 −0,93%
2001 7.752 −76 −0,97%
2000 7.828 −82 −1,04%
1999 7.910 −87 −1,09%
1998 7.998 −94 −1,16%
1997 8.091 −98 −1,2%
1996 8.190 −103 −1,24%
1995 8.293 −106 −1,26%
1994 8.399 −113 −1,32%
1993 8.512 −117 −1,36%
1992 8.629 −266 −2,99%
1991 8.895 −138 −1,53%
1990 9.033 −149 −1,62%
1989 9.183 −159 −1,7%
1988 9.342 −168 −1,76%
1987 9.509 −172 −1,78%
1986 9.681 −171 −1,73%
1985 9.852 −169 −1,69%
1984 10.021 −172 −1,68%
1983 10.193 −183 −1,77%
1982 10.376 −188 −1,78%
1981 10.564 −181 −1,68%
1980 10.745 −182 −1,67%
1979 10.927 −190 −1,71%
1978 11.117 −194 −1,71%
1977 11.310 −201 −1,74%
1976 11.511 −219 −1,87%
1975 11.730 −240 −2%
1974 11.970 −268 −2,19%
1973 12.238 −293 −2,34%
1972 12.531 −315 −2,45%
1971 12.845 −347 −2,63%
1970 13.193 −360 −2,66%
1969 13.552 −370 −2,66%
1968 13.922 −370 −2,59%
1967 14.292 −376 −2,56%
1966 14.668 −404 −2,68%
1965 15.071 −379 −2,45%
1964 15.450 −389 −2,46%
1963 15.839 −413 −2,54%
1962 16.252

Sobre o indicador

Recursos internos renováveis de água doce divididos pela população. É por esta medida que se costuma julgar a escassez de água: abaixo de 1.700 metros cúbicos por habitante ao ano fala-se de tensão hídrica; abaixo de 1.000, de escassez; abaixo de 500, de escassez absoluta. O indicador cai mesmo onde a água não diminui — apenas pelo crescimento da população —, e por esta série se vê quais países entram na escassez por via demográfica.

Importante: O valor de um grupo são todos os seus recursos hídricos sobre toda a sua população. Os limiares de 1.700, 1.000 e 500 m³ são referências de uso comum, e não uma classificação oficial.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.