Recursos hídricos per capita — todos os países

Recursos hídricos per capita — África do Norte

Recursos hídricos per capita na África do Norte em 2022 — 190 m³/pess.. Desde 1961, o indicador caiu 76,5%.

2022 190 m³/pess. −1,6% vs 2021
Posição no mundo
Máximo do período 809 m³/pess.1961
Mínimo do período 190 m³/pess.2022

Evolução ao longo do tempo

1961–2022 · m³ per capita

Recursos hídricos per capita — África do Norte, 1961–202202505007501.00019611968197519821989199620032010201720221961: 809 m³/pess.1963: 772 m³/pess.1965: 737 m³/pess.1967: 702 m³/pess.1969: 668 m³/pess.1971: 637 m³/pess.1973: 607 m³/pess.1975: 576 m³/pess.1977: 544 m³/pess.1979: 516 m³/pess.1981: 487 m³/pess.1983: 461 m³/pess.1985: 435 m³/pess.1987: 412 m³/pess.1989: 391 m³/pess.1991: 373 m³/pess.1993: 357 m³/pess.1995: 343 m³/pess.1997: 330 m³/pess.1999: 318 m³/pess.2001: 307 m³/pess.2003: 297 m³/pess.2005: 287 m³/pess.2007: 278 m³/pess.2009: 268 m³/pess.2011: 259 m³/pess.2013: 225 m³/pess.2015: 216 m³/pess.2017: 207 m³/pess.2019: 199 m³/pess.2021: 193 m³/pess.2022: 190 m³/pess.
Variação no período: −619 (−76,54%) Taxa média anual: -2,35 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: África do Norte

África do Norte 190 m³/pess.
Mundo 5.393 m³/pess.
Recursos hídricos per capita — África do Norte, por ano África do Norte Todos os países CSV XLSX
Ano m³/pess. Variação Variação, %
2022 190 −3 −1,6%
2021 193 −3 −1,61%
2020 196 −3 −1,69%
2019 199 −4 −1,81%
2018 203 −4 −2%
2017 207 −4 −2,06%
2016 212 −4 −2,01%
2015 216 −4 −2,03%
2014 220 −5 −2,06%
2013 225 −5 −2,02%
2012 230 −29 −11,31%
2011 259 −4 −1,7%
2010 263 −5 −1,76%
2009 268 −5 −1,73%
2008 273 −5 −1,7%
2007 278 −5 −1,67%
2006 282 −5 −1,68%
2005 287 −5 −1,69%
2004 292 −5 −1,69%
2003 297 −5 −1,69%
2002 302 −5 −1,7%
2001 307 −5 −1,73%
2000 313 −6 −1,75%
1999 318 −6 −1,79%
1998 324 −6 −1,82%
1997 330 −6 −1,83%
1996 336 −6 −1,87%
1995 343 −7 −1,91%
1994 350 −7 −1,98%
1993 357 −8 −2,13%
1992 364 −8 −2,2%
1991 373 −9 −2,38%
1990 382 −10 −2,5%
1989 391 −10 −2,45%
1988 401 −10 −2,54%
1987 412 −11 −2,61%
1986 423 −12 −2,75%
1985 435 −13 −2,88%
1984 448 −13 −2,84%
1983 461 −13 −2,74%
1982 474 −14 −2,77%
1981 487 −14 −2,83%
1980 501 −14 −2,77%
1979 516 −14 −2,67%
1978 530 −14 −2,63%
1977 544 −15 −2,74%
1976 559 −17 −2,89%
1975 576 −16 −2,7%
1974 592 −15 −2,44%
1973 607 −15 −2,39%
1972 622 −15 −2,37%
1971 637 −16 −2,38%
1970 652 −16 −2,42%
1969 668 −17 −2,45%
1968 685 −17 −2,45%
1967 702 −18 −2,44%
1966 720 −17 −2,33%
1965 737 −17 −2,27%
1964 754 −18 −2,31%
1963 772 −18 −2,32%
1962 790 −19 −2,31%
1961 809

Sobre o indicador

Recursos internos renováveis de água doce divididos pela população. É por esta medida que se costuma julgar a escassez de água: abaixo de 1.700 metros cúbicos por habitante ao ano fala-se de tensão hídrica; abaixo de 1.000, de escassez; abaixo de 500, de escassez absoluta. O indicador cai mesmo onde a água não diminui — apenas pelo crescimento da população —, e por esta série se vê quais países entram na escassez por via demográfica.

Importante: O valor de um grupo são todos os seus recursos hídricos sobre toda a sua população. Os limiares de 1.700, 1.000 e 500 m³ são referências de uso comum, e não uma classificação oficial.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.