Recursos hídricos per capita — todos os países

Recursos hídricos per capita — Marrocos

Recursos hídricos per capita no Marrocos em 2022 — 777 m³/pess.. Posição 141 no mundo, de um total de 181. Desde 1961, o indicador caiu 68%.

2022 777 m³/pess. −1% vs 2021
Posição no mundo 141de 181
Máximo do período 2.431 m³/pess.1961
Mínimo do período 777 m³/pess.2022

Evolução ao longo do tempo

1961–2022 · m³ per capita

Recursos hídricos per capita — Marrocos, 1961–202201.0002.0003.00019611968197519821989199620032010201720221961: 2.431 m³/pess.1963: 2.306 m³/pess.1965: 2.190 m³/pess.1967: 2.076 m³/pess.1969: 1.968 m³/pess.1971: 1.868 m³/pess.1973: 1.776 m³/pess.1975: 1.691 m³/pess.1977: 1.610 m³/pess.1979: 1.530 m³/pess.1981: 1.451 m³/pess.1983: 1.377 m³/pess.1985: 1.311 m³/pess.1987: 1.258 m³/pess.1989: 1.211 m³/pess.1991: 1.169 m³/pess.1993: 1.132 m³/pess.1995: 1.099 m³/pess.1997: 1.066 m³/pess.1999: 1.035 m³/pess.2001: 1.006 m³/pess.2003: 981 m³/pess.2005: 955 m³/pess.2007: 930 m³/pess.2009: 905 m³/pess.2011: 881 m³/pess.2013: 858 m³/pess.2015: 838 m³/pess.2017: 818 m³/pess.2019: 801 m³/pess.2021: 785 m³/pess.2022: 777 m³/pess.
Variação no período: −1.654 (−68,04%) Taxa média anual: -1,85 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Marrocos

Marrocos 777 m³/pess.
Mundo 5.393 m³/pess.
África do Norte calculado 190 m³/pess.
Países de renda média-baixa calculado 2.322 m³/pess.
Recursos hídricos per capita — Marrocos, por ano Marrocos Todos os países CSV XLSX
Ano m³/pess. Variação Variação, %
2022 777 −8 −1%
2021 785 −8 −1%
2020 793 −8 −1,02%
2019 801 −8 −1,02%
2018 809 −9 −1,1%
2017 818 −10 −1,19%
2016 828 −10 −1,19%
2015 838 −10 −1,16%
2014 848 −10 −1,22%
2013 858 −11 −1,28%
2012 869 −12 −1,33%
2011 881 −12 −1,35%
2010 893 −12 −1,34%
2009 905 −12 −1,32%
2008 918 −12 −1,33%
2007 930 −13 −1,33%
2006 942 −13 −1,34%
2005 955 −13 −1,33%
2004 968 −12 −1,27%
2003 981 −13 −1,26%
2002 993 −13 −1,31%
2001 1.006 −14 −1,36%
2000 1.020 −14 −1,39%
1999 1.035 −15 −1,45%
1998 1.050 −16 −1,48%
1997 1.066 −16 −1,49%
1996 1.082 −17 −1,52%
1995 1.099 −17 −1,51%
1994 1.115 −17 −1,49%
1993 1.132 −18 −1,57%
1992 1.150 −19 −1,64%
1991 1.169 −20 −1,71%
1990 1.190 −22 −1,79%
1989 1.211 −23 −1,83%
1988 1.234 −24 −1,9%
1987 1.258 −25 −1,97%
1986 1.283 −28 −2,15%
1985 1.311 −32 −2,35%
1984 1.343 −34 −2,47%
1983 1.377 −36 −2,57%
1982 1.413 −38 −2,61%
1981 1.451 −39 −2,63%
1980 1.490 −40 −2,59%
1979 1.530 −40 −2,52%
1978 1.569 −40 −2,5%
1977 1.610 −40 −2,45%
1976 1.650 −41 −2,41%
1975 1.691 −42 −2,43%
1974 1.733 −43 −2,44%
1973 1.776 −45 −2,46%
1972 1.821 −47 −2,5%
1971 1.868 −49 −2,56%
1970 1.917 −51 −2,61%
1969 1.968 −53 −2,62%
1968 2.021 −55 −2,65%
1967 2.076 −57 −2,66%
1966 2.133 −58 −2,63%
1965 2.190 −58 −2,57%
1964 2.248 −57 −2,49%
1963 2.306 −61 −2,58%
1962 2.367 −64 −2,63%
1961 2.431

África do Norte, 2022

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Recursos internos renováveis de água doce divididos pela população. É por esta medida que se costuma julgar a escassez de água: abaixo de 1.700 metros cúbicos por habitante ao ano fala-se de tensão hídrica; abaixo de 1.000, de escassez; abaixo de 500, de escassez absoluta. O indicador cai mesmo onde a água não diminui — apenas pelo crescimento da população —, e por esta série se vê quais países entram na escassez por via demográfica.

Importante: O valor de um grupo são todos os seus recursos hídricos sobre toda a sua população. Os limiares de 1.700, 1.000 e 500 m³ são referências de uso comum, e não uma classificação oficial.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.