Recursos hídricos per capita — todos os países

Recursos hídricos per capita — Egito

Recursos hídricos per capita no Egito em 2022 — 9 m³/pess.. Posição 179 no mundo, de um total de 181. Desde 1961, o indicador caiu 75,5%.

2022 9 m³/pess. −1,48% vs 2021
Posição no mundo 179de 181
Máximo do período 36 m³/pess.1961
Mínimo do período 9 m³/pess.2022

Evolução ao longo do tempo

1961–2022 · m³ per capita

Recursos hídricos per capita — Egito, 1961–202201020304019611968197519821989199620032010201720221961: 36 m³/pess.1963: 34 m³/pess.1965: 33 m³/pess.1967: 31 m³/pess.1969: 30 m³/pess.1971: 28 m³/pess.1973: 27 m³/pess.1975: 26 m³/pess.1977: 25 m³/pess.1979: 23 m³/pess.1981: 22 m³/pess.1983: 21 m³/pess.1985: 20 m³/pess.1987: 19 m³/pess.1989: 18 m³/pess.1991: 17 m³/pess.1993: 16 m³/pess.1995: 15 m³/pess.1997: 15 m³/pess.1999: 14 m³/pess.2001: 13 m³/pess.2003: 13 m³/pess.2005: 12 m³/pess.2007: 12 m³/pess.2009: 11 m³/pess.2011: 11 m³/pess.2013: 10 m³/pess.2015: 10 m³/pess.2017: 10 m³/pess.2019: 9 m³/pess.2021: 9 m³/pess.2022: 9 m³/pess.
Variação no período: −27 (−75,49%) Taxa média anual: -2,28 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Egito

Egito 9 m³/pess.
Mundo 5.393 m³/pess.
África do Norte calculado 190 m³/pess.
Países de renda média-baixa calculado 2.322 m³/pess.
Recursos hídricos per capita — Egito, por ano Egito Todos os países CSV XLSX
Ano m³/pess. Variação Variação, %
2022 9 −0 −1,48%
2021 9 −0 −1,48%
2020 9 −0 −1,61%
2019 9 −0 −1,74%
2018 9 −0 −1,88%
2017 10 −0 −1,98%
2016 10 −0 −2,01%
2015 10 −0 −2,08%
2014 10 −0 −2,25%
2013 10 −0 −2,28%
2012 11 −0 −2,22%
2011 11 −0 −2,08%
2010 11 −0 −1,9%
2009 11 −0 −1,87%
2008 12 −0 −1,85%
2007 12 −0 −1,87%
2006 12 −0 −1,93%
2005 12 −0 −2%
2004 13 −0 −2,04%
2003 13 −0 −2,07%
2002 13 −0 −2,08%
2001 13 −0 −2,1%
2000 14 −0 −2,14%
1999 14 −0 −2,21%
1998 14 −0 −2,16%
1997 15 −0 −2,05%
1996 15 −0 −2,05%
1995 15 −0 −2,08%
1994 16 −0 −2,13%
1993 16 −0 −2,28%
1992 16 −0 −2,36%
1991 17 −0 −2,72%
1990 17 −1 −2,89%
1989 18 −0 −2,69%
1988 18 −1 −2,74%
1987 19 −1 −2,74%
1986 19 −1 −2,82%
1985 20 −1 −2,93%
1984 20 −1 −2,97%
1983 21 −1 −2,89%
1982 22 −1 −2,72%
1981 22 −1 −2,65%
1980 23 −1 −2,58%
1979 23 −1 −2,47%
1978 24 −1 −2,42%
1977 25 −1 −2,34%
1976 25 −1 −2,31%
1975 26 −1 −2,33%
1974 26 −1 −2,29%
1973 27 −1 −2,27%
1972 28 −1 −2,28%
1971 28 −1 −2,28%
1970 29 −1 −2,35%
1969 30 −1 −2,41%
1968 30 −1 −2,43%
1967 31 −1 −2,45%
1966 32 −1 −2,48%
1965 33 −1 −2,51%
1964 33 −1 −2,57%
1963 34 −1 −2,59%
1962 35 −1 −2,6%
1961 36

África do Norte, 2022

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Recursos internos renováveis de água doce divididos pela população. É por esta medida que se costuma julgar a escassez de água: abaixo de 1.700 metros cúbicos por habitante ao ano fala-se de tensão hídrica; abaixo de 1.000, de escassez; abaixo de 500, de escassez absoluta. O indicador cai mesmo onde a água não diminui — apenas pelo crescimento da população —, e por esta série se vê quais países entram na escassez por via demográfica.

Importante: O valor de um grupo são todos os seus recursos hídricos sobre toda a sua população. Os limiares de 1.700, 1.000 e 500 m³ são referências de uso comum, e não uma classificação oficial.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.