Recursos hídricos per capita — todos os países

Recursos hídricos per capita — Oriente Médio e Norte da África

Recursos hídricos per capita no Oriente Médio e no Norte da África em 2022 — 431 m³/pess.. Desde 1961, o indicador caiu 76,8%.

2022 431 m³/pess. −0,49% vs 2021
Posição no mundo
Máximo do período 1.994 m³/pess.1962
Mínimo do período 431 m³/pess.2022

Evolução ao longo do tempo

1961–2022 · m³ per capita

Recursos hídricos per capita — Oriente Médio e Norte da África, 1961–202205001.0001.5002.00019611968197519821989199620032010201720221961: 1.862 m³/pess.1963: 1.942 m³/pess.1965: 1.840 m³/pess.1967: 1.740 m³/pess.1969: 1.645 m³/pess.1971: 1.555 m³/pess.1973: 1.469 m³/pess.1975: 1.386 m³/pess.1977: 1.304 m³/pess.1979: 1.226 m³/pess.1981: 1.151 m³/pess.1983: 1.080 m³/pess.1985: 1.013 m³/pess.1987: 951 m³/pess.1989: 895 m³/pess.1991: 844 m³/pess.1993: 797 m³/pess.1995: 758 m³/pess.1997: 722 m³/pess.1999: 688 m³/pess.2001: 657 m³/pess.2003: 627 m³/pess.2005: 598 m³/pess.2007: 570 m³/pess.2009: 543 m³/pess.2011: 521 m³/pess.2013: 498 m³/pess.2015: 479 m³/pess.2017: 463 m³/pess.2019: 448 m³/pess.2021: 433 m³/pess.2022: 431 m³/pess.
Variação no período: −1.431 (−76,85%) Taxa média anual: -2,37 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Oriente Médio e Norte da África

Oriente Médio e Norte da África 431 m³/pess.
Mundo 5.393 m³/pess.
Recursos hídricos per capita — Oriente Médio e Norte da África, por ano Oriente Médio e Norte da África Todos os países CSV XLSX
Ano m³/pess. Variação Variação, %
2022 431 −2 −0,49%
2021 433 −6 −1,46%
2020 440 −8 −1,81%
2019 448 −8 −1,66%
2018 455 −7 −1,57%
2017 463 −8 −1,65%
2016 470 −9 −1,81%
2015 479 −10 −1,95%
2014 489 −10 −1,95%
2013 498 −11 −2,13%
2012 509 −11 −2,18%
2011 521 −12 −2,23%
2010 532 −11 −2,03%
2009 543 −13 −2,34%
2008 556 −13 −2,35%
2007 570 −14 −2,37%
2006 584 −14 −2,4%
2005 598 −14 −2,36%
2004 612 −15 −2,35%
2003 627 −15 −2,29%
2002 642 −15 −2,26%
2001 657 −15 −2,3%
2000 672 −16 −2,31%
1999 688 −17 −2,35%
1998 705 −17 −2,37%
1997 722 −18 −2,39%
1996 739 −18 −2,42%
1995 758 −19 −2,47%
1994 777 −20 −2,56%
1993 797 −22 −2,71%
1992 820 −24 −2,86%
1991 844 −24 −2,78%
1990 868 −27 −3,04%
1989 895 −27 −2,97%
1988 922 −29 −3%
1987 951 −30 −3,07%
1986 981 −32 −3,11%
1985 1.013 −33 −3,15%
1984 1.046 −34 −3,17%
1983 1.080 −35 −3,13%
1982 1.115 −36 −3,12%
1981 1.151 −37 −3,14%
1980 1.188 −38 −3,11%
1979 1.226 −39 −3,06%
1978 1.265 −39 −3,02%
1977 1.304 −40 −3%
1976 1.344 −42 −3%
1975 1.386 −42 −2,93%
1974 1.428 −42 −2,83%
1973 1.469 −43 −2,82%
1972 1.512 −43 −2,74%
1971 1.555 −44 −2,75%
1970 1.599 −46 −2,81%
1969 1.645 −47 −2,8%
1968 1.692 −48 −2,77%
1967 1.740 −50 −2,78%
1966 1.790 −50 −2,7%
1965 1.840 −50 −2,67%
1964 1.890 −52 −2,66%
1963 1.942 −52 −2,63%
1962 1.994 +132 +7,08%
1961 1.862

Sobre o indicador

Recursos internos renováveis de água doce divididos pela população. É por esta medida que se costuma julgar a escassez de água: abaixo de 1.700 metros cúbicos por habitante ao ano fala-se de tensão hídrica; abaixo de 1.000, de escassez; abaixo de 500, de escassez absoluta. O indicador cai mesmo onde a água não diminui — apenas pelo crescimento da população —, e por esta série se vê quais países entram na escassez por via demográfica.

Importante: O valor de um grupo são todos os seus recursos hídricos sobre toda a sua população. Os limiares de 1.700, 1.000 e 500 m³ são referências de uso comum, e não uma classificação oficial.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.