Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Nicarágua

Remessas recebidas na Nicarágua em 2024 — 5.245.600.000 US$. Posição 36 no mundo, de um total de 160. Desde 1977, o indicador aumentou 134.402,6%.

2024 5,25 bi US$ +12,51% vs 2023
Posição no mundo 36de 160
Máximo do período 5,25 bi US$2024
Mínimo do período 3,9 mi US$1977

Evolução ao longo do tempo

1977–2024 · US$

Remessas recebidas — Nicarágua, 1977–202402 bi4 bi6 bi19771982198719921997200220072012201720221977: 3.900.000 US$1978: 4.100.000 US$1979: 4.500.000 US$1992: 10.000.000 US$1993: 25.000.000 US$1994: 50.000.000 US$1995: 75.000.000 US$1996: 95.000.000 US$1997: 150.000.000 US$1998: 200.000.000 US$1999: 300.000.000 US$2000: 320.000.000 US$2001: 335.700.000 US$2002: 376.500.000 US$2003: 438.800.000 US$2004: 518.800.000 US$2005: 615.700.000 US$2006: 697.500.000 US$2007: 739.600.000 US$2008: 819.900.000 US$2009: 770.300.000 US$2010: 824.800.000 US$2011: 913.600.000 US$2012: 1.016.300.000 US$2013: 1.081.300.000 US$2014: 1.140.200.000 US$2015: 1.197.500.000 US$2016: 1.268.100.000 US$2017: 1.394.700.000 US$2018: 1.504.800.000 US$2019: 1.686.400.000 US$2020: 1.855.000.000 US$2021: 2.149.900.000 US$2022: 3.227.200.000 US$2023: 4.662.300.000 US$2024: 5.245.600.000 US$
Variação no período: +5,24 bi (+134.402,56%) Taxa média anual: 16,57 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Nicarágua

Nicarágua 5,25 bi US$
Mundo 857 bi US$
América Central calculado 114 bi US$
Países de renda média-baixa calculado 416 bi US$
Remessas recebidas — Nicarágua, por ano Nicarágua Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 5,25 bi +583 mi +12,51%
2023 4,66 bi +1,44 bi +44,47%
2022 3,23 bi +1,08 bi +50,11%
2021 2,15 bi +295 mi +15,9%
2020 1,86 bi +169 mi +10%
2019 1,69 bi +182 mi +12,07%
2018 1,5 bi +110 mi +7,89%
2017 1,39 bi +127 mi +9,98%
2016 1,27 bi +70,6 mi +5,9%
2015 1,2 bi +57,3 mi +5,03%
2014 1,14 bi +58,9 mi +5,45%
2013 1,08 bi +65 mi +6,4%
2012 1,02 bi +103 mi +11,24%
2011 914 mi +88,8 mi +10,77%
2010 825 mi +54,5 mi +7,08%
2009 770 mi −49,6 mi −6,05%
2008 820 mi +80,3 mi +10,86%
2007 740 mi +42,1 mi +6,04%
2006 698 mi +81,8 mi +13,29%
2005 616 mi +96,9 mi +18,68%
2004 519 mi +80 mi +18,23%
2003 439 mi +62,3 mi +16,55%
2002 377 mi +40,8 mi +12,15%
2001 336 mi +15,7 mi +4,91%
2000 320 mi +20 mi +6,67%
1999 300 mi +100 mi +50%
1998 200 mi +50 mi +33,33%
1997 150 mi +55 mi +57,89%
1996 95 mi +20 mi +26,67%
1995 75 mi +25 mi +50%
1994 50 mi +25 mi +100%
1993 25 mi +15 mi +150%
1992 10 mi
1979 4,5 mi +400.000 +9,76%
1978 4,1 mi +200.000 +5,13%
1977 3,9 mi

América Central, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.