Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Honduras

Remessas recebidas em Honduras em 2025 — 11.927.362.661 US$. Posição 19 no mundo, de um total de 94. Desde 1974, o indicador aumentou 1.490.820,3%.

2025 11,93 bi US$ +25,29% vs 2024
Posição no mundo 19de 94
Máximo do período 11,93 bi US$2025
Mínimo do período 750.000 US$1975

Evolução ao longo do tempo

1974–2025 · US$

Remessas recebidas — Honduras, 1974–202505 bi10 bi15 bi19741980198619921998200420102016202220251974: 800.000 US$1975: 750.000 US$1976: 850.000 US$1977: 1.050.000 US$1978: 1.250.000 US$1979: 1.500.000 US$1980: 1.600.000 US$1981: 1.750.000 US$1982: 1.500.000 US$1983: 1.800.000 US$1984: 1.950.000 US$1985: 2.100.000 US$1986: 2.100.000 US$1987: 33.700.001 US$1988: 41.799.999 US$1989: 48.599.998 US$1990: 62.900.002 US$1991: 82.599.998 US$1992: 112.000.000 US$1993: 63.799.999 US$1994: 89.000.000 US$1995: 124.000.000 US$1996: 157.300.000 US$1997: 190.000.000 US$1998: 225.000.000 US$1999: 328.300.000 US$2000: 474.498.240 US$2001: 610.441.530 US$2002: 801.398.970 US$2003: 865.389.051 US$2004: 1.169.104.060 US$2005: 1.805.194.920 US$2006: 2.358.468.900 US$2007: 2.613.644.663 US$2008: 2.821.344.123 US$2009: 2.477.339.131 US$2010: 2.617.906.839 US$2011: 2.810.592.536 US$2012: 2.920.369.783 US$2013: 3.098.239.342 US$2014: 3.369.514.367 US$2015: 3.666.201.327 US$2016: 3.863.739.159 US$2017: 4.322.761.614 US$2018: 4.776.545.983 US$2019: 5.401.465.665 US$2020: 5.588.646.521 US$2021: 7.203.426.673 US$2022: 8.485.378.380 US$2023: 8.968.206.468 US$2024: 9.520.098.228 US$2025: 11.927.362.661 US$
Variação no período: +11,93 bi (+1.490.820,31%) Taxa média anual: 20,73 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Honduras

Honduras 11,93 bi US$
Mundo 804 bi US$
América Central calculado 88,03 bi US$
Remessas recebidas — Honduras, por ano Honduras Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 11,93 bi +2,41 bi +25,29%
2024 9,52 bi +552 mi +6,15%
2023 8,97 bi +483 mi +5,69%
2022 8,49 bi +1,28 bi +17,8%
2021 7,2 bi +1,61 bi +28,89%
2020 5,59 bi +187 mi +3,47%
2019 5,4 bi +625 mi +13,08%
2018 4,78 bi +454 mi +10,5%
2017 4,32 bi +459 mi +11,88%
2016 3,86 bi +198 mi +5,39%
2015 3,67 bi +297 mi +8,81%
2014 3,37 bi +271 mi +8,76%
2013 3,1 bi +178 mi +6,09%
2012 2,92 bi +110 mi +3,91%
2011 2,81 bi +193 mi +7,36%
2010 2,62 bi +141 mi +5,67%
2009 2,48 bi −344 mi −12,19%
2008 2,82 bi +208 mi +7,95%
2007 2,61 bi +255 mi +10,82%
2006 2,36 bi +553 mi +30,65%
2005 1,81 bi +636 mi +54,41%
2004 1,17 bi +304 mi +35,1%
2003 865 mi +63,99 mi +7,98%
2002 801 mi +191 mi +31,28%
2001 610 mi +136 mi +28,65%
2000 474 mi +146 mi +44,53%
1999 328 mi +103 mi +45,91%
1998 225 mi +35 mi +18,42%
1997 190 mi +32,7 mi +20,79%
1996 157 mi +33,3 mi +26,85%
1995 124 mi +35 mi +39,33%
1994 89 mi +25,2 mi +39,5%
1993 63,8 mi −48,2 mi −43,04%
1992 112 mi +29,4 mi +35,59%
1991 82,6 mi +19,7 mi +31,32%
1990 62,9 mi +14,3 mi +29,42%
1989 48,6 mi +6,8 mi +16,27%
1988 41,8 mi +8,1 mi +24,04%
1987 33,7 mi +31,6 mi +1.504,76%
1986 2,1 mi +0 +0%
1985 2,1 mi +150.000 +7,69%
1984 1,95 mi +150.000 +8,33%
1983 1,8 mi +300.000 +20%
1982 1,5 mi −250.000 −14,29%
1981 1,75 mi +150.000 +9,37%
1980 1,6 mi +100.000 +6,67%
1979 1,5 mi +250.000 +20%
1978 1,25 mi +200.000 +19,05%
1977 1,05 mi +200.000 +23,53%
1976 850.000 +100.000 +13,33%
1975 750.000 −50.000 −6,25%
1974 800.000

América Central, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.