Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Panamá

Remessas recebidas no Panamá em 2025 — 634.454.278 US$. Posição 70 no mundo, de um total de 94. Desde 1977, o indicador aumentou 511,8%.

2025 634 mi US$ +19,35% vs 2024
Posição no mundo 70de 94
Máximo do período 756 mi US$2014
Mínimo do período 16,4 mi US$2000

Evolução ao longo do tempo

1977–2025 · US$

Remessas recebidas — Panamá, 1977–20250200 mi400 mi600 mi800 mi197719821987199219972002200720122017202220251977: 103.699.997 US$1978: 120.800.003 US$1979: 135.699.997 US$1980: 65.199.997 US$1981: 61.700.001 US$1982: 75.500.000 US$1983: 78.099.998 US$1984: 74.000.000 US$1985: 99.000.000 US$1986: 100.400.002 US$1987: 104.400.002 US$1988: 102.099.999 US$1989: 102.099.999 US$1990: 109.699.997 US$1991: 108.099.999 US$1992: 102.400.002 US$1993: 108.699.997 US$1994: 112.000.000 US$1995: 112.000.000 US$1996: 86.200.000 US$1997: 64.300.000 US$1998: 58.200.000 US$1999: 48.300.000 US$2000: 16.400.000 US$2001: 73.100.000 US$2002: 84.600.000 US$2003: 106.800.000 US$2004: 108.900.000 US$2005: 129.600.000 US$2006: 300.500.000 US$2007: 355.300.000 US$2008: 378.000.000 US$2009: 337.000.000 US$2010: 410.000.000 US$2011: 368.200.000 US$2012: 410.900.000 US$2013: 461.400.000 US$2014: 756.400.000 US$2015: 554.200.000 US$2016: 502.518.500 US$2017: 533.355.900 US$2018: 537.877.176 US$2019: 580.854.126 US$2020: 386.538.183 US$2021: 566.699.968 US$2022: 526.398.353 US$2023: 515.681.077 US$2024: 531.591.167 US$2025: 634.454.278 US$
Variação no período: +531 mi (+511,82%) Taxa média anual: 3,85 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Panamá

Panamá 634 mi US$
Mundo 804 bi US$
América Central calculado 88,03 bi US$
Remessas recebidas — Panamá, por ano Panamá Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 634 mi +103 mi +19,35%
2024 532 mi +15,91 mi +3,09%
2023 516 mi −10,72 mi −2,04%
2022 526 mi −40,3 mi −7,11%
2021 567 mi +180 mi +46,61%
2020 387 mi −194 mi −33,45%
2019 581 mi +42,98 mi +7,99%
2018 538 mi +4,52 mi +0,85%
2017 533 mi +30,84 mi +6,14%
2016 503 mi −51,68 mi −9,33%
2015 554 mi −202 mi −26,73%
2014 756 mi +295 mi +63,94%
2013 461 mi +50,5 mi +12,29%
2012 411 mi +42,7 mi +11,6%
2011 368 mi −41,8 mi −10,2%
2010 410 mi +73 mi +21,66%
2009 337 mi −41 mi −10,85%
2008 378 mi +22,7 mi +6,39%
2007 355 mi +54,8 mi +18,24%
2006 301 mi +171 mi +131,87%
2005 130 mi +20,7 mi +19,01%
2004 109 mi +2,1 mi +1,97%
2003 107 mi +22,2 mi +26,24%
2002 84,6 mi +11,5 mi +15,73%
2001 73,1 mi +56,7 mi +345,73%
2000 16,4 mi −31,9 mi −66,05%
1999 48,3 mi −9,9 mi −17,01%
1998 58,2 mi −6,1 mi −9,49%
1997 64,3 mi −21,9 mi −25,41%
1996 86,2 mi −25,8 mi −23,04%
1995 112 mi +0 +0%
1994 112 mi +3,3 mi +3,04%
1993 109 mi +6,3 mi +6,15%
1992 102 mi −5,7 mi −5,27%
1991 108 mi −1,6 mi −1,46%
1990 110 mi +7,6 mi +7,44%
1989 102 mi +0 +0%
1988 102 mi −2,3 mi −2,2%
1987 104 mi +4 mi +3,98%
1986 100 mi +1,4 mi +1,41%
1985 99 mi +25 mi +33,78%
1984 74 mi −4,1 mi −5,25%
1983 78,1 mi +2,6 mi +3,44%
1982 75,5 mi +13,8 mi +22,37%
1981 61,7 mi −3,5 mi −5,37%
1980 65,2 mi −70,5 mi −51,95%
1979 136 mi +14,9 mi +12,33%
1978 121 mi +17,1 mi +16,49%
1977 104 mi

América Central, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.