Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Guatemala

Remessas recebidas na Guatemala em 2024 — 21.644.521.520 US$. Posição 11 no mundo, de um total de 160. Desde 1977, o indicador aumentou 154.503,7%.

2024 21,64 bi US$ +8,33% vs 2023
Posição no mundo 11de 160
Máximo do período 21,64 bi US$2024
Mínimo do período 100.000 US$1987

Evolução ao longo do tempo

1977–2024 · US$

Remessas recebidas — Guatemala, 1977–2024010 bi20 bi30 bi19771982198719921997200220072012201720221977: 14.000.000 US$1978: 21.600.000 US$1979: 23.600.000 US$1980: 26.200.001 US$1981: 24.500.000 US$1982: 10.700.000 US$1983: 3.900.000 US$1984: 3.400.000 US$1985: 1.000.000 US$1986: 700.000 US$1987: 100.000 US$1988: 45.700.001 US$1989: 85.000.000 US$1990: 118.699.997 US$1991: 178.899.994 US$1992: 230.600.006 US$1993: 240.800.003 US$1994: 284.500.000 US$1995: 357.500.000 US$1996: 375.400.000 US$1997: 408.000.000 US$1998: 456.500.000 US$1999: 465.600.000 US$2000: 596.200.000 US$2001: 633.753.629 US$2002: 1.600.192.057 US$2003: 2.146.959.900 US$2004: 2.627.500.000 US$2005: 3.066.600.000 US$2006: 3.700.100.000 US$2007: 4.236.200.000 US$2008: 4.425.646.820 US$2009: 4.002.155.020 US$2010: 4.224.679.960 US$2011: 4.533.048.950 US$2012: 4.965.274.170 US$2013: 5.303.727.620 US$2014: 5.751.442.990 US$2015: 6.481.896.460 US$2016: 7.362.674.020 US$2017: 8.393.882.100 US$2018: 9.437.674.500 US$2019: 10.655.601.360 US$2020: 11.405.439.200 US$2021: 15.407.572.610 US$2022: 18.204.553.280 US$2023: 19.980.963.760 US$2024: 21.644.521.520 US$
Variação no período: +21,63 bi (+154.503,73%) Taxa média anual: 16,91 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Guatemala

Guatemala 21,64 bi US$
Mundo 857 bi US$
América Central calculado 114 bi US$
Países de renda média-alta calculado 221 bi US$
Remessas recebidas — Guatemala, por ano Guatemala Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 21,64 bi +1,66 bi +8,33%
2023 19,98 bi +1,78 bi +9,76%
2022 18,2 bi +2,8 bi +18,15%
2021 15,41 bi +4 bi +35,09%
2020 11,41 bi +750 mi +7,04%
2019 10,66 bi +1,22 bi +12,9%
2018 9,44 bi +1,04 bi +12,44%
2017 8,39 bi +1,03 bi +14,01%
2016 7,36 bi +881 mi +13,59%
2015 6,48 bi +730 mi +12,7%
2014 5,75 bi +448 mi +8,44%
2013 5,3 bi +338 mi +6,82%
2012 4,97 bi +432 mi +9,53%
2011 4,53 bi +308 mi +7,3%
2010 4,22 bi +223 mi +5,56%
2009 4 bi −423 mi −9,57%
2008 4,43 bi +189 mi +4,47%
2007 4,24 bi +536 mi +14,49%
2006 3,7 bi +634 mi +20,66%
2005 3,07 bi +439 mi +16,71%
2004 2,63 bi +481 mi +22,38%
2003 2,15 bi +547 mi +34,17%
2002 1,6 bi +966 mi +152,49%
2001 634 mi +37,55 mi +6,3%
2000 596 mi +131 mi +28,05%
1999 466 mi +9,1 mi +1,99%
1998 457 mi +48,5 mi +11,89%
1997 408 mi +32,6 mi +8,68%
1996 375 mi +17,9 mi +5,01%
1995 358 mi +73 mi +25,66%
1994 285 mi +43,7 mi +18,15%
1993 241 mi +10,2 mi +4,42%
1992 231 mi +51,7 mi +28,9%
1991 179 mi +60,2 mi +50,72%
1990 119 mi +33,7 mi +39,65%
1989 85 mi +39,3 mi +86%
1988 45,7 mi +45,6 mi +45.600%
1987 100.000 −600.000 −85,71%
1986 700.000 −300.000 −30%
1985 1 mi −2,4 mi −70,59%
1984 3,4 mi −500.000 −12,82%
1983 3,9 mi −6,8 mi −63,55%
1982 10,7 mi −13,8 mi −56,33%
1981 24,5 mi −1,7 mi −6,49%
1980 26,2 mi +2,6 mi +11,02%
1979 23,6 mi +2 mi +9,26%
1978 21,6 mi +7,6 mi +54,29%
1977 14 mi

América Central, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.