Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Butão

Remessas recebidas no Butão em 2024 — 109.604.204 US$. Posição 134 no mundo, de um total de 160. Desde 2006, o indicador aumentou 4.795,4%.

2024 110 mi US$ +1,54% vs 2023
Posição no mundo 134de 160
Máximo do período 110 mi US$2024
Mínimo do período 2,24 mi US$2006

Evolução ao longo do tempo

2006–2024 · US$

Remessas recebidas — Butão, 2006–2024050 mi100 mi150 mi20062008201020122014201620182020202220242006: 2.238.934 US$2007: 2.933.039 US$2008: 3.548.931 US$2009: 4.866.701 US$2010: 8.273.481 US$2011: 10.460.534 US$2012: 18.144.730 US$2013: 11.804.284 US$2014: 14.292.343 US$2015: 19.656.508 US$2016: 34.343.457 US$2017: 43.153.828 US$2018: 58.148.516 US$2019: 56.658.763 US$2020: 83.435.183 US$2021: 73.367.268 US$2022: 95.956.454 US$2023: 107.937.502 US$2024: 109.604.204 US$
Variação no período: +107 mi (+4.795,38%) Taxa média anual: 24,13 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Butão

Butão 110 mi US$
Mundo 857 bi US$
Ásia do Sul 183 bi US$
Ásia do Sul (sub-região) calculado 218 bi US$
Países de renda média-baixa calculado 416 bi US$
Remessas recebidas — Butão, por ano Butão Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 110 mi +1,67 mi +1,54%
2023 108 mi +11,98 mi +12,49%
2022 95,96 mi +22,59 mi +30,79%
2021 73,37 mi −10,07 mi −12,07%
2020 83,44 mi +26,78 mi +47,26%
2019 56,66 mi −1,49 mi −2,56%
2018 58,15 mi +14,99 mi +34,75%
2017 43,15 mi +8,81 mi +25,65%
2016 34,34 mi +14,69 mi +74,72%
2015 19,66 mi +5,36 mi +37,53%
2014 14,29 mi +2,49 mi +21,08%
2013 11,8 mi −6,34 mi −34,94%
2012 18,14 mi +7,68 mi +73,46%
2011 10,46 mi +2,19 mi +26,43%
2010 8,27 mi +3,41 mi +70%
2009 4,87 mi +1,32 mi +37,13%
2008 3,55 mi +615.891 +21%
2007 2,93 mi +694.106 +31%
2006 2,24 mi

Ásia do Sul, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.