Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Paquistão

Remessas recebidas no Paquistão em 2025 — 40.478.000.000 US$. Posição 5 no mundo, de um total de 94. Desde 1976, o indicador aumentou 9.731%.

2025 40,48 bi US$ +15,94% vs 2024
Posição no mundo 5de 94
Máximo do período 40,48 bi US$2025
Mínimo do período 412 mi US$1976

Evolução ao longo do tempo

1976–2025 · US$

Remessas recebidas — Paquistão, 1976–2025020 bi40 bi60 bi197619811986199119962001200620112016202120251976: 411.736.939 US$1977: 872.086.609 US$1978: 1.309.296.997 US$1979: 1.501.616.821 US$1980: 2.047.622.437 US$1981: 2.067.108.154 US$1982: 2.588.121.582 US$1983: 2.940.239.990 US$1984: 2.580.805.664 US$1985: 2.537.092.529 US$1986: 2.446.387.207 US$1987: 2.180.528.076 US$1988: 1.871.958.252 US$1989: 2.017.306.152 US$1990: 2.006.266.968 US$1991: 1.548.698.364 US$1992: 1.573.619.019 US$1993: 1.446.277.100 US$1994: 1.749.277.100 US$1995: 1.712.219.436 US$1996: 1.284.050.241 US$1997: 1.707.282.925 US$1998: 1.172.000.000 US$1999: 996.000.000 US$2000: 1.075.000.000 US$2001: 1.461.000.000 US$2002: 3.554.000.000 US$2003: 3.964.000.000 US$2004: 3.945.000.000 US$2005: 4.280.000.000 US$2006: 5.121.000.000 US$2007: 5.998.000.000 US$2008: 7.039.000.000 US$2009: 8.717.000.000 US$2010: 9.690.000.000 US$2011: 12.263.000.000 US$2012: 14.007.000.000 US$2013: 14.629.000.000 US$2014: 17.244.000.000 US$2015: 19.306.000.000 US$2016: 19.819.000.000 US$2017: 19.856.000.000 US$2018: 21.193.000.000 US$2019: 22.252.000.000 US$2020: 26.089.000.000 US$2021: 31.312.000.000 US$2022: 30.176.000.000 US$2023: 26.558.000.000 US$2024: 34.914.000.000 US$2025: 40.478.000.000 US$
Variação no período: +40,07 bi (+9.731,03%) Taxa média anual: 9,82 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Paquistão

Paquistão 40,48 bi US$
Mundo 804 bi US$
Ásia do Sul 185 bi US$
Remessas recebidas — Paquistão, por ano Paquistão Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 40,48 bi +5,56 bi +15,94%
2024 34,91 bi +8,36 bi +31,46%
2023 26,56 bi −3,62 bi −11,99%
2022 30,18 bi −1,14 bi −3,63%
2021 31,31 bi +5,22 bi +20,02%
2020 26,09 bi +3,84 bi +17,24%
2019 22,25 bi +1,06 bi +5%
2018 21,19 bi +1,34 bi +6,73%
2017 19,86 bi +37 mi +0,19%
2016 19,82 bi +513 mi +2,66%
2015 19,31 bi +2,06 bi +11,96%
2014 17,24 bi +2,62 bi +17,88%
2013 14,63 bi +622 mi +4,44%
2012 14,01 bi +1,74 bi +14,22%
2011 12,26 bi +2,57 bi +26,55%
2010 9,69 bi +973 mi +11,16%
2009 8,72 bi +1,68 bi +23,84%
2008 7,04 bi +1,04 bi +17,36%
2007 6 bi +877 mi +17,13%
2006 5,12 bi +841 mi +19,65%
2005 4,28 bi +335 mi +8,49%
2004 3,95 bi −19 mi −0,48%
2003 3,96 bi +410 mi +11,54%
2002 3,55 bi +2,09 bi +143,26%
2001 1,46 bi +386 mi +35,91%
2000 1,08 bi +79 mi +7,93%
1999 996 mi −176 mi −15,02%
1998 1,17 bi −535 mi −31,35%
1997 1,71 bi +423 mi +32,96%
1996 1,28 bi −428 mi −25,01%
1995 1,71 bi −37,06 mi −2,12%
1994 1,75 bi +303 mi +20,95%
1993 1,45 bi −127 mi −8,09%
1992 1,57 bi +24,92 mi +1,61%
1991 1,55 bi −458 mi −22,81%
1990 2,01 bi −11,04 mi −0,55%
1989 2,02 bi +145 mi +7,76%
1988 1,87 bi −309 mi −14,15%
1987 2,18 bi −266 mi −10,87%
1986 2,45 bi −90,71 mi −3,58%
1985 2,54 bi −43,71 mi −1,69%
1984 2,58 bi −359 mi −12,22%
1983 2,94 bi +352 mi +13,61%
1982 2,59 bi +521 mi +25,2%
1981 2,07 bi +19,49 mi +0,95%
1980 2,05 bi +546 mi +36,36%
1979 1,5 bi +192 mi +14,69%
1978 1,31 bi +437 mi +50,13%
1977 872 mi +460 mi +111,81%
1976 412 mi

Ásia do Sul, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.