Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Ásia do Sul (sub-região)

Remessas recebidas na Ásia do Sul (sub-região) em 2024 — 218.204.435.470 US$. Desde 1991, o indicador aumentou 2.909,3%.

2024 218 bi US$ +17,91% vs 2023
Posição no mundo
Máximo do período 218 bi US$2024
Mínimo do período 7,13 bi US$1992

Evolução ao longo do tempo

1991–2024 · US$

Remessas recebidas — Ásia do Sul (sub-região), 1991–20240100 bi200 bi300 bi1991199519992003200720112015201920231991: 7.251.067.456 US$1992: 7.128.209.558 US$1993: 8.164.947.309 US$1994: 10.724.337.206 US$1995: 11.597.037.448 US$1996: 12.942.445.955 US$1997: 14.950.388.902 US$1998: 14.020.378.995 US$1999: 15.585.036.448 US$2000: 17.729.975.421 US$2001: 19.839.188.517 US$2002: 24.975.362.140 US$2003: 31.529.370.034 US$2004: 29.710.483.382 US$2005: 33.909.208.829 US$2006: 42.507.198.068 US$2007: 54.029.097.315 US$2008: 71.707.884.028 US$2009: 74.911.674.450 US$2010: 81.997.033.719 US$2011: 96.395.627.273 US$2012: 107.979.911.630 US$2013: 110.834.477.983 US$2014: 115.816.281.171 US$2015: 117.612.821.346 US$2016: 110.677.220.008 US$2017: 117.313.440.762 US$2018: 131.744.994.735 US$2019: 139.830.764.845 US$2020: 147.114.980.902 US$2021: 156.718.730.583 US$2022: 176.235.364.939 US$2023: 185.054.423.783 US$2024: 218.204.435.470 US$
Variação no período: +211 bi (+2.909,27%) Taxa média anual: 10,87 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Ásia do Sul (sub-região)

Ásia do Sul (sub-região) 218 bi US$
Mundo 857 bi US$
Remessas recebidas — Ásia do Sul (sub-região), por ano Ásia do Sul (sub-região) Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 218 bi +33,15 bi +17,91%
2023 185 bi +8,82 bi +5%
2022 176 bi +19,52 bi +12,45%
2021 157 bi +9,6 bi +6,53%
2020 147 bi +7,28 bi +5,21%
2019 140 bi +8,09 bi +6,14%
2018 132 bi +14,43 bi +12,3%
2017 117 bi +6,64 bi +6%
2016 111 bi −6,94 bi −5,9%
2015 118 bi +1,8 bi +1,55%
2014 116 bi +4,98 bi +4,49%
2013 111 bi +2,85 bi +2,64%
2012 108 bi +11,58 bi +12,02%
2011 96,4 bi +14,4 bi +17,56%
2010 82 bi +7,09 bi +9,46%
2009 74,91 bi +3,2 bi +4,47%
2008 71,71 bi +17,68 bi +32,72%
2007 54,03 bi +11,52 bi +27,11%
2006 42,51 bi +8,6 bi +25,36%
2005 33,91 bi +4,2 bi +14,13%
2004 29,71 bi −1,82 bi −5,77%
2003 31,53 bi +6,55 bi +26,24%
2002 24,98 bi +5,14 bi +25,89%
2001 19,84 bi +2,11 bi +11,9%
2000 17,73 bi +2,14 bi +13,76%
1999 15,59 bi +1,56 bi +11,16%
1998 14,02 bi −930 mi −6,22%
1997 14,95 bi +2,01 bi +15,51%
1996 12,94 bi +1,35 bi +11,6%
1995 11,6 bi +873 mi +8,14%
1994 10,72 bi +2,56 bi +31,35%
1993 8,16 bi +1,04 bi +14,54%
1992 7,13 bi −123 mi −1,69%
1991 7,25 bi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.