Remessas enviadas — todos os países

Remessas enviadas — Butão

Remessas enviadas no Butão em 2024 — 74.536.653 US$. Posição 130 no mundo, de um total de 162. Desde 2006, o indicador caiu 0,6%.

2024 74,54 mi US$ −4,2% vs 2023
Posição no mundo 130de 162
Máximo do período 92,28 mi US$2011
Mínimo do período 25,79 mi US$2021

Evolução ao longo do tempo

2006–2024 · US$

Remessas enviadas — Butão, 2006–2024025 mi50 mi75 mi100 mi20062008201020122014201620182020202220242006: 75.022.491 US$2007: 60.503.404 US$2008: 61.007.916 US$2009: 47.650.215 US$2010: 70.779.766 US$2011: 92.283.274 US$2012: 73.765.182 US$2013: 57.949.829 US$2014: 52.119.522 US$2015: 54.958.721 US$2016: 52.526.250 US$2017: 52.589.438 US$2018: 57.524.189 US$2019: 64.990.916 US$2020: 47.980.515 US$2021: 25.794.646 US$2022: 33.684.108 US$2023: 77.803.980 US$2024: 74.536.653 US$
Variação no período: −485.838 (−0,65%) Taxa média anual: -0,04 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Butão

Butão 74,54 mi US$
Mundo 619 bi US$
Ásia do Sul 13,18 bi US$
Ásia do Sul (sub-região) calculado 13,53 bi US$
Países de renda média-baixa calculado 22,96 bi US$
Remessas enviadas — Butão, por ano Butão Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 74,54 mi −3,27 mi −4,2%
2023 77,8 mi +44,12 mi +130,98%
2022 33,68 mi +7,89 mi +30,59%
2021 25,79 mi −22,19 mi −46,24%
2020 47,98 mi −17,01 mi −26,17%
2019 64,99 mi +7,47 mi +12,98%
2018 57,52 mi +4,93 mi +9,38%
2017 52,59 mi +63.188 +0,12%
2016 52,53 mi −2,43 mi −4,43%
2015 54,96 mi +2,84 mi +5,45%
2014 52,12 mi −5,83 mi −10,06%
2013 57,95 mi −15,82 mi −21,44%
2012 73,77 mi −18,52 mi −20,07%
2011 92,28 mi +21,5 mi +30,38%
2010 70,78 mi +23,13 mi +48,54%
2009 47,65 mi −13,36 mi −21,9%
2008 61,01 mi +504.513 +0,83%
2007 60,5 mi −14,52 mi −19,35%
2006 75,02 mi

Ásia do Sul, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais enviadas do país para o exterior. É o lado espelhado das remessas recebidas e, juntas, dividem o mundo entre países que recebem trabalhadores migrantes e países que os enviam. Os maiores remetentes são os Estados Unidos e os países do Golfo Pérsico, e nestes últimos o fluxo é enorme em relação ao tamanho da economia: os imigrantes são a maioria de quem trabalha.

Importante: As remessas enviadas e recebidas no mundo deveriam coincidir, mas não coincidem: parte dos países não registra o fluxo, e parte das remessas corre fora da estatística.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.