Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Maldivas

Remessas recebidas nas Maldivas em 2024 — 5.652.307 US$. Posição 158 no mundo, de um total de 160. Desde 1983, o indicador aumentou 126,1%.

2024 5,65 mi US$ +5% vs 2023
Posição no mundo 158de 160
Máximo do período 7,93 mi US$2007
Mínimo do período 1 mi US$1986

Evolução ao longo do tempo

1983–2024 · US$

Remessas recebidas — Maldivas, 1983–202402 mi4 mi6 mi8 mi1983198819931998200320082013201820231983: 2.500.000 US$1984: 2.500.000 US$1985: 1.750.000 US$1986: 1.000.000 US$1987: 1.000.000 US$1988: 1.200.000 US$1989: 1.400.000 US$1990: 1.700.000 US$1991: 1.800.000 US$1992: 1.600.000 US$1993: 1.300.000 US$1994: 2.173.582 US$1995: 2.365.779 US$1996: 2.707.756 US$1997: 2.452.076 US$1998: 2.450.000 US$1999: 2.196.855 US$2000: 2.196.855 US$2001: 1.823.119 US$2002: 2.012.192 US$2003: 2.012.192 US$2004: 2.900.092 US$2005: 2.257.250 US$2006: 2.800.000 US$2007: 7.934.161 US$2008: 6.265.651 US$2009: 4.510.691 US$2010: 3.159.198 US$2011: 2.997.539 US$2012: 3.147.416 US$2013: 3.304.787 US$2014: 3.470.026 US$2015: 3.643.527 US$2016: 3.825.704 US$2017: 4.016.989 US$2018: 4.217.838 US$2019: 4.428.730 US$2020: 4.650.167 US$2021: 4.882.675 US$2022: 5.126.809 US$2023: 5.383.149 US$2024: 5.652.307 US$
Variação no período: +3,15 mi (+126,09%) Taxa média anual: 2,01 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Maldivas

Maldivas 5,65 mi US$
Mundo 857 bi US$
Ásia do Sul 183 bi US$
Ásia do Sul (sub-região) calculado 218 bi US$
Países de renda média-alta calculado 221 bi US$
Remessas recebidas — Maldivas, por ano Maldivas Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 5,65 mi +269.157 +5%
2023 5,38 mi +256.340 +5%
2022 5,13 mi +244.134 +5%
2021 4,88 mi +232.508 +5%
2020 4,65 mi +221.437 +5%
2019 4,43 mi +210.892 +5%
2018 4,22 mi +200.849 +5%
2017 4,02 mi +191.285 +5%
2016 3,83 mi +182.176 +5%
2015 3,64 mi +173.501 +5%
2014 3,47 mi +165.239 +5%
2013 3,3 mi +157.371 +5%
2012 3,15 mi +149.877 +5%
2011 3 mi −161.660 −5,12%
2010 3,16 mi −1,35 mi −29,96%
2009 4,51 mi −1,75 mi −28,01%
2008 6,27 mi −1,67 mi −21,03%
2007 7,93 mi +5,13 mi +183,36%
2006 2,8 mi +542.750 +24,04%
2005 2,26 mi −642.842 −22,17%
2004 2,9 mi +887.900 +44,13%
2003 2,01 mi +0 +0%
2002 2,01 mi +189.073 +10,37%
2001 1,82 mi −373.736 −17,01%
2000 2,2 mi +0 +0%
1999 2,2 mi −253.145 −10,33%
1998 2,45 mi −2.076 −0,08%
1997 2,45 mi −255.680 −9,44%
1996 2,71 mi +341.977 +14,46%
1995 2,37 mi +192.197 +8,84%
1994 2,17 mi +873.582 +67,2%
1993 1,3 mi −300.000 −18,75%
1992 1,6 mi −200.000 −11,11%
1991 1,8 mi +100.000 +5,88%
1990 1,7 mi +300.000 +21,43%
1989 1,4 mi +200.000 +16,67%
1988 1,2 mi +200.000 +20%
1987 1 mi +0 +0%
1986 1 mi −750.000 −42,86%
1985 1,75 mi −750.000 −30%
1984 2,5 mi +0 +0%
1983 2,5 mi

Ásia do Sul, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.