Taxa bruta de matrícula no ensino superior — todos os países

Taxa bruta de matrícula no ensino superior — Argentina

Taxa bruta de matrícula no ensino superior na Argentina em 2023 — 107,8%. Posição 4 no mundo, de um total de 128. Desde 1970, o indicador aumentou 94,5 p.p..

2023 107,8% +0,7 p.p. vs 2022
Posição no mundo 4de 128
Máximo do período 107,8%2023
Mínimo do período 13,3%1970

Evolução ao longo do tempo

1970–2023 · % (taxa bruta)

Taxa bruta de matrícula no ensino superior — Argentina, 1970–202305010015019701976198219881994200020062012201820231970: 13,3%1971: 15,3%1972: 16,5%1973: 19,6%1974: 22,7%1975: 26,9%1976: 26,9%1977: 24%1978: 21,2%1979: 22%1980: 21,6%1981: 23%1982: 23,7%1983: 24,8%1984: 28,7%1985: 35,7%1986: 37,8%1987: 39,8%1991: 38,3%1994: 37,4%1998: 48%1999: 49,5%2000: 54,1%2001: 58,5%2002: 61,7%2003: 64%2004: 64,6%2005: 63,5%2006: 66,9%2007: 66,7%2008: 68,6%2009: 70,7%2010: 73,8%2011: 77%2012: 78,1%2013: 78,6%2014: 81,1%2015: 83,8%2016: 86,7%2017: 89,3%2018: 91,1%2019: 95,2%2020: 99,4%2021: 107,2%2022: 107,1%2023: 107,8%
Variação no período: +94,5 p.p. Média anual: 1,78 p.p.

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Argentina

Argentina 107,8%
Mundo 43,2%
Taxa bruta de matrícula no ensino superior — Argentina, por ano Argentina Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2023 107,8 +0,7 p.p.
2022 107,1 −0,1 p.p.
2021 107,2 +7,8 p.p.
2020 99,4 +4,2 p.p.
2019 95,2 +4,1 p.p.
2018 91,1 +1,8 p.p.
2017 89,3 +2,7 p.p.
2016 86,7 +2,9 p.p.
2015 83,8 +2,7 p.p.
2014 81,1 +2,5 p.p.
2013 78,6 +0,4 p.p.
2012 78,1 +1,1 p.p.
2011 77 +3,2 p.p.
2010 73,8 +3,1 p.p.
2009 70,7 +2,1 p.p.
2008 68,6 +1,9 p.p.
2007 66,7 −0,3 p.p.
2006 66,9 +3,5 p.p.
2005 63,5 −1,1 p.p.
2004 64,6 +0,6 p.p.
2003 64 +2,3 p.p.
2002 61,7 +3,3 p.p.
2001 58,5 +4,4 p.p.
2000 54,1 +4,6 p.p.
1999 49,5 +1,5 p.p.
1998 48
1994 37,4
1991 38,3
1987 39,8 +2 p.p.
1986 37,8 +2,1 p.p.
1985 35,7 +6,9 p.p.
1984 28,7 +3,9 p.p.
1983 24,8 +1,1 p.p.
1982 23,7 +0,7 p.p.
1981 23 +1,4 p.p.
1980 21,6 −0,4 p.p.
1979 22 +0,8 p.p.
1978 21,2 −2,8 p.p.
1977 24 −3 p.p.
1976 26,9 +0 p.p.
1975 26,9 +4,2 p.p.
1974 22,7 +3,1 p.p.
1973 19,6 +3,1 p.p.
1972 16,5 +1,2 p.p.
1971 15,3 +2 p.p.
1970 13,3

América do Sul, 2023

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Taxa bruta de matrícula no ensino superior — número de estudantes de universidades e faculdades, níveis 5 a 8 da classificação CINE (ISCED), em percentual da população na faixa dos cinco anos seguintes à conclusão do ensino médio. Pode passar de 100% por conta de estudantes mais velhos e de estudantes estrangeiros, por isso nos países que são polos de atração educacional o indicador fica superestimado.

Fonte: Instituto de Estatística da UNESCO (UIS), licença CC BY-SA 3.0 IGO.