Taxa bruta de matrícula no ensino superior nos países de renda média-alta em 2023 — 66,7%. Desde 2002, o indicador aumentou 50,1 p.p..
2002–2023 · % (taxa bruta)
Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Países de renda média-alta
| Ano | % | Variação, p.p. |
|---|---|---|
| 2023 | 66,7 | +1,7 p.p. |
| 2022 | 65 | +3,2 p.p. |
| 2021 | 61,8 | +3,8 p.p. |
| 2020 | 57,9 | +3,5 p.p. |
| 2019 | 54,4 | +1,9 p.p. |
| 2018 | 52,6 | +1,5 p.p. |
| 2017 | 51,1 | +1,7 p.p. |
| 2016 | 49,3 | +2,9 p.p. |
| 2015 | 46,4 | +2,8 p.p. |
| 2014 | 43,7 | +6,8 p.p. |
| 2013 | 36,8 | +2,5 p.p. |
| 2012 | 34,4 | — |
| 2002 | 16,6 | — |
Taxa bruta de matrícula no ensino superior — número de estudantes de universidades e faculdades, níveis 5 a 8 da classificação CINE (ISCED), em percentual da população na faixa dos cinco anos seguintes à conclusão do ensino médio. Pode passar de 100% por conta de estudantes mais velhos e de estudantes estrangeiros, por isso nos países que são polos de atração educacional o indicador fica superestimado.
Fonte: Instituto de Estatística da UNESCO (UIS), licença CC BY-SA 3.0 IGO.