Trabalho por conta própria — todos os países

Trabalho por conta própria — Brasil

Trabalho por conta própria no Brasil em 2025 — 30,3%. Posição 98 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 4,9 p.p..

2025 30,3% −0,2 p.p. vs 2024
Posição no mundo 98de 182
Máximo do período 35,5%1993
Mínimo do período 29,3%2012

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Trabalho por conta própria — Brasil, 1991–2025283032343619911995199920032007201120152019202320251991: 35,2%1992: 35,4%1993: 35,5%1994: 35,3%1995: 35,2%1996: 33,8%1997: 34,6%1998: 34,7%1999: 35,3%2000: 35%2001: 34,8%2002: 34,9%2003: 35%2004: 34,4%2005: 34,5%2006: 33,7%2007: 32,6%2008: 31,5%2009: 31%2010: 30,3%2011: 29,5%2012: 29,3%2013: 29,5%2014: 29,4%2015: 30,5%2016: 30,9%2017: 31,5%2018: 31,9%2019: 32,2%2020: 32,5%2021: 33,5%2022: 32,1%2023: 31,2%2024: 30,5%2025: 30,3%
Variação no período: −4,9 p.p. Média anual: -0,14 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Brasil

Brasil 30,3%
Mundo 46,4%
América do Sul calculado 35,9%
Trabalho por conta própria — Brasil, por ano Brasil Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 30,3 −0,2 p.p.
2024 30,5 −0,7 p.p.
2023 31,2 −0,9 p.p.
2022 32,1 −1,4 p.p.
2021 33,5 +1 p.p.
2020 32,5 +0,3 p.p.
2019 32,2 +0,3 p.p.
2018 31,9 +0,4 p.p.
2017 31,5 +0,6 p.p.
2016 30,9 +0,4 p.p.
2015 30,5 +1,2 p.p.
2014 29,4 −0,1 p.p.
2013 29,5 +0,2 p.p.
2012 29,3 −0,2 p.p.
2011 29,5 −0,8 p.p.
2010 30,3 −0,8 p.p.
2009 31 −0,5 p.p.
2008 31,5 −1 p.p.
2007 32,6 −1,1 p.p.
2006 33,7 −0,8 p.p.
2005 34,5 +0,1 p.p.
2004 34,4 −0,6 p.p.
2003 35 +0 p.p.
2002 34,9 +0,1 p.p.
2001 34,8 −0,2 p.p.
2000 35 −0,3 p.p.
1999 35,3 +0,6 p.p.
1998 34,7 +0,1 p.p.
1997 34,6 +0,8 p.p.
1996 33,8 −1,4 p.p.
1995 35,2 −0,1 p.p.
1994 35,3 −0,2 p.p.
1993 35,5 +0 p.p.
1992 35,4 +0,2 p.p.
1991 35,2

Sobre o indicador

Parcela do trabalho por conta própria no emprego total: empregadores, quem trabalha por conta própria, membros de cooperativas de produção e trabalhadores familiares auxiliares. Valores altos nos países de renda baixa não refletem um empreendedorismo desenvolvido, mas a falta de postos de trabalho assalariado e o emprego informal na agricultura e no pequeno comércio.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.