Trabalho por conta própria — todos os países

Trabalho por conta própria — Argentina

Trabalho por conta própria na Argentina em 2025 — 25,6%. Posição 113 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 3,8 p.p..

2025 25,6% −0,1 p.p. vs 2024
Posição no mundo 113de 182
Máximo do período 29,3%1991
Mínimo do período 23%2012

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Trabalho por conta própria — Argentina, 1991–2025222426283019911995199920032007201120152019202320251991: 29,3%1992: 29,3%1993: 29,1%1994: 28,9%1995: 28,7%1996: 28,6%1997: 27,7%1998: 27,3%1999: 27%2000: 27%2001: 27,6%2002: 27,7%2003: 25,7%2004: 25,6%2005: 25,3%2006: 24,4%2007: 23,6%2008: 23,7%2009: 24%2010: 23,6%2011: 23,1%2012: 23%2013: 23,5%2014: 23,7%2015: 24,2%2016: 24,8%2017: 25,3%2018: 25,5%2019: 26,5%2020: 27%2021: 27,6%2022: 26,7%2023: 25,8%2024: 25,7%2025: 25,6%
Variação no período: −3,8 p.p. Média anual: -0,11 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Argentina

Argentina 25,6%
Mundo 46,4%
América do Sul calculado 35,9%
Trabalho por conta própria — Argentina, por ano Argentina Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 25,6 −0,1 p.p.
2024 25,7 −0 p.p.
2023 25,8 −1 p.p.
2022 26,7 −0,9 p.p.
2021 27,6 +0,6 p.p.
2020 27 +0,5 p.p.
2019 26,5 +1 p.p.
2018 25,5 +0,2 p.p.
2017 25,3 +0,5 p.p.
2016 24,8 +0,6 p.p.
2015 24,2 +0,5 p.p.
2014 23,7 +0,1 p.p.
2013 23,5 +0,6 p.p.
2012 23 −0,1 p.p.
2011 23,1 −0,5 p.p.
2010 23,6 −0,5 p.p.
2009 24 +0,4 p.p.
2008 23,7 +0 p.p.
2007 23,6 −0,7 p.p.
2006 24,4 −0,9 p.p.
2005 25,3 −0,4 p.p.
2004 25,6 −0,1 p.p.
2003 25,7 −2 p.p.
2002 27,7 +0,1 p.p.
2001 27,6 +0,6 p.p.
2000 27 +0,1 p.p.
1999 27 −0,3 p.p.
1998 27,3 −0,4 p.p.
1997 27,7 −0,9 p.p.
1996 28,6 −0,1 p.p.
1995 28,7 −0,1 p.p.
1994 28,9 −0,2 p.p.
1993 29,1 −0,1 p.p.
1992 29,3 −0,1 p.p.
1991 29,3

Sobre o indicador

Parcela do trabalho por conta própria no emprego total: empregadores, quem trabalha por conta própria, membros de cooperativas de produção e trabalhadores familiares auxiliares. Valores altos nos países de renda baixa não refletem um empreendedorismo desenvolvido, mas a falta de postos de trabalho assalariado e o emprego informal na agricultura e no pequeno comércio.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.