Trabalho por conta própria — todos os países

Trabalho por conta própria — Paraguai

Trabalho por conta própria no Paraguai em 2025 — 41,3%. Posição 73 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 15,9 p.p..

2025 41,3% −0,3 p.p. vs 2024
Posição no mundo 73de 182
Máximo do período 57,2%1991
Mínimo do período 41,3%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Trabalho por conta própria — Paraguai, 1991–2025404550556019911995199920032007201120152019202320251991: 57,2%1992: 57,1%1993: 57%1994: 56,9%1995: 56,7%1996: 56,7%1997: 56,6%1998: 56,5%1999: 56,4%2000: 56,5%2001: 56,6%2002: 56,6%2003: 54,8%2004: 56,1%2005: 52,9%2006: 52,6%2007: 51%2008: 48,1%2009: 50,7%2010: 47,3%2011: 46,6%2012: 47,8%2013: 44,6%2014: 43,7%2015: 43,8%2016: 44,2%2017: 42,4%2018: 43%2019: 42,9%2020: 45,5%2021: 44,2%2022: 42,2%2023: 41,3%2024: 41,6%2025: 41,3%
Variação no período: −15,9 p.p. Média anual: -0,47 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Paraguai

Paraguai 41,3%
Mundo 46,4%
América do Sul calculado 35,9%
Trabalho por conta própria — Paraguai, por ano Paraguai Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 41,3 −0,3 p.p.
2024 41,6 +0,3 p.p.
2023 41,3 −0,9 p.p.
2022 42,2 −2 p.p.
2021 44,2 −1,3 p.p.
2020 45,5 +2,6 p.p.
2019 42,9 −0,1 p.p.
2018 43 +0,7 p.p.
2017 42,4 −1,9 p.p.
2016 44,2 +0,5 p.p.
2015 43,8 +0,1 p.p.
2014 43,7 −0,9 p.p.
2013 44,6 −3,2 p.p.
2012 47,8 +1,2 p.p.
2011 46,6 −0,7 p.p.
2010 47,3 −3,4 p.p.
2009 50,7 +2,6 p.p.
2008 48,1 −2,9 p.p.
2007 51 −1,6 p.p.
2006 52,6 −0,3 p.p.
2005 52,9 −3,2 p.p.
2004 56,1 +1,3 p.p.
2003 54,8 −1,8 p.p.
2002 56,6 −0 p.p.
2001 56,6 +0,1 p.p.
2000 56,5 +0,1 p.p.
1999 56,4 −0,1 p.p.
1998 56,5 −0 p.p.
1997 56,6 −0,1 p.p.
1996 56,7 −0,1 p.p.
1995 56,7 −0,2 p.p.
1994 56,9 −0,1 p.p.
1993 57 −0,1 p.p.
1992 57,1 −0 p.p.
1991 57,2

Sobre o indicador

Parcela do trabalho por conta própria no emprego total: empregadores, quem trabalha por conta própria, membros de cooperativas de produção e trabalhadores familiares auxiliares. Valores altos nos países de renda baixa não refletem um empreendedorismo desenvolvido, mas a falta de postos de trabalho assalariado e o emprego informal na agricultura e no pequeno comércio.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.