Trabalho por conta própria — todos os países

Trabalho por conta própria — Guiana

Trabalho por conta própria na Guiana em 2025 — 31,1%. Posição 94 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 8,2 p.p..

2025 31,1% −0,5 p.p. vs 2024
Posição no mundo 94de 182
Máximo do período 39,3%1991
Mínimo do período 31,1%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Trabalho por conta própria — Guiana, 1991–20253032,53537,54019911995199920032007201120152019202320251991: 39,3%1992: 39,1%1993: 38,9%1994: 38,6%1995: 38,3%1996: 38%1997: 37,8%1998: 37,6%1999: 37,5%2000: 37,5%2001: 37,4%2002: 37,3%2003: 37,3%2004: 37,3%2005: 37,3%2006: 37,3%2007: 37,2%2008: 37,1%2009: 36,9%2010: 36,8%2011: 36,6%2012: 36,3%2013: 36,1%2014: 35,9%2015: 35,6%2016: 35,3%2017: 34,9%2018: 34,5%2019: 34,3%2020: 35,3%2021: 35,8%2022: 34,1%2023: 32,6%2024: 31,6%2025: 31,1%
Variação no período: −8,2 p.p. Média anual: -0,24 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Guiana

Guiana 31,1%
Mundo 46,4%
América do Sul calculado 35,9%
Países de renda alta calculado 11%
Trabalho por conta própria — Guiana, por ano Guiana Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 31,1 −0,5 p.p.
2024 31,6 −0,9 p.p.
2023 32,6 −1,5 p.p.
2022 34,1 −1,7 p.p.
2021 35,8 +0,5 p.p.
2020 35,3 +0,9 p.p.
2019 34,3 −0,1 p.p.
2018 34,5 −0,4 p.p.
2017 34,9 −0,4 p.p.
2016 35,3 −0,3 p.p.
2015 35,6 −0,2 p.p.
2014 35,9 −0,2 p.p.
2013 36,1 −0,2 p.p.
2012 36,3 −0,2 p.p.
2011 36,6 −0,2 p.p.
2010 36,8 −0,2 p.p.
2009 36,9 −0,1 p.p.
2008 37,1 −0,1 p.p.
2007 37,2 −0,1 p.p.
2006 37,3 −0 p.p.
2005 37,3 +0 p.p.
2004 37,3 −0 p.p.
2003 37,3 −0 p.p.
2002 37,3 −0,1 p.p.
2001 37,4 −0,1 p.p.
2000 37,5 −0 p.p.
1999 37,5 −0,1 p.p.
1998 37,6 −0,1 p.p.
1997 37,8 −0,2 p.p.
1996 38 −0,3 p.p.
1995 38,3 −0,3 p.p.
1994 38,6 −0,3 p.p.
1993 38,9 −0,3 p.p.
1992 39,1 −0,1 p.p.
1991 39,3

Sobre o indicador

Parcela do trabalho por conta própria no emprego total: empregadores, quem trabalha por conta própria, membros de cooperativas de produção e trabalhadores familiares auxiliares. Valores altos nos países de renda baixa não refletem um empreendedorismo desenvolvido, mas a falta de postos de trabalho assalariado e o emprego informal na agricultura e no pequeno comércio.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.