Emprego na agricultura — todos os países

Emprego na agricultura — Brasil

Emprego na agricultura no Brasil em 2025 — 7,6%. Posição 116 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 8,5 p.p..

2025 7,6% −0,1 p.p. vs 2024
Posição no mundo 116de 182
Máximo do período 16,4%1992
Mínimo do período 7,6%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Emprego na agricultura — Brasil, 1991–20257,51012,51517,519911995199920032007201120152019202320251991: 16,1%1992: 16,4%1993: 16,2%1994: 15,9%1995: 15,7%1996: 14,7%1997: 14,6%1998: 13,9%1999: 14,4%2000: 14,2%2001: 14,1%2002: 14,2%2003: 14,4%2004: 14,8%2005: 14,3%2006: 13,4%2007: 12,5%2008: 11,7%2009: 11,3%2010: 10,5%2011: 9,9%2012: 9,8%2013: 10%2014: 9,3%2015: 9,3%2016: 9,8%2017: 9,2%2018: 9,1%2019: 8,9%2020: 9,3%2021: 9,5%2022: 8,7%2023: 8,2%2024: 7,7%2025: 7,6%
Variação no período: −8,5 p.p. Média anual: -0,25 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Brasil

Brasil 7,6%
Mundo 25,8%
América do Sul calculado 11,4%
Emprego na agricultura — Brasil, por ano Brasil Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 7,6 −0,1 p.p.
2024 7,7 −0,5 p.p.
2023 8,2 −0,5 p.p.
2022 8,7 −0,8 p.p.
2021 9,5 +0,2 p.p.
2020 9,3 +0,4 p.p.
2019 8,9 −0,2 p.p.
2018 9,1 −0,1 p.p.
2017 9,2 −0,6 p.p.
2016 9,8 +0,5 p.p.
2015 9,3 +0 p.p.
2014 9,3 −0,7 p.p.
2013 10 +0,2 p.p.
2012 9,8 −0,1 p.p.
2011 9,9 −0,6 p.p.
2010 10,5 −0,8 p.p.
2009 11,3 −0,4 p.p.
2008 11,7 −0,8 p.p.
2007 12,5 −0,9 p.p.
2006 13,4 −1 p.p.
2005 14,3 −0,5 p.p.
2004 14,8 +0,5 p.p.
2003 14,4 +0,2 p.p.
2002 14,2 +0,1 p.p.
2001 14,1 −0,1 p.p.
2000 14,2 −0,2 p.p.
1999 14,4 +0,5 p.p.
1998 13,9 −0,7 p.p.
1997 14,6 −0,2 p.p.
1996 14,7 −1 p.p.
1995 15,7 −0,2 p.p.
1994 15,9 −0,3 p.p.
1993 16,2 −0,2 p.p.
1992 16,4 +0,3 p.p.
1991 16,1

Sobre o indicador

Parcela do emprego total na agricultura, na silvicultura, na caça e na pesca. Comparada com a participação da agricultura no PIB, mostra a produtividade do setor: se o campo emprega 50% dos ocupados e gera 20% do PIB, a produtividade do trabalho ali é três vezes menor que a média da economia.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.