Emprego na agricultura — todos os países

Emprego na agricultura — Uruguai

Emprego na agricultura no Uruguai em 2025 — 8,1%. Posição 115 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 4,7 p.p..

2025 8,1% −0,2 p.p. vs 2024
Posição no mundo 115de 182
Máximo do período 12,9%2004
Mínimo do período 8,1%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Emprego na agricultura — Uruguai, 1991–2025810121419911995199920032007201120152019202320251991: 12,8%1992: 12,2%1993: 10,9%1994: 11,7%1995: 12,9%1996: 12,4%1997: 11,8%1998: 11,5%1999: 11,2%2000: 10,9%2001: 11,2%2002: 11,3%2003: 12%2004: 12,9%2005: 12,2%2006: 11,7%2007: 11,6%2008: 11,5%2009: 11,9%2010: 12,6%2011: 10,7%2012: 9,4%2013: 10,1%2014: 10%2015: 9,6%2016: 9%2017: 9,5%2018: 9,1%2019: 8,9%2020: 9,1%2021: 9%2022: 8,7%2023: 8,6%2024: 8,3%2025: 8,1%
Variação no período: −4,7 p.p. Média anual: -0,14 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Uruguai

Uruguai 8,1%
Mundo 25,8%
América do Sul calculado 11,4%
Países de renda alta calculado 2,8%
Emprego na agricultura — Uruguai, por ano Uruguai Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 8,1 −0,2 p.p.
2024 8,3 −0,3 p.p.
2023 8,6 −0,1 p.p.
2022 8,7 −0,3 p.p.
2021 9 −0,1 p.p.
2020 9,1 +0,2 p.p.
2019 8,9 −0,2 p.p.
2018 9,1 −0,4 p.p.
2017 9,5 +0,6 p.p.
2016 9 −0,6 p.p.
2015 9,6 −0,3 p.p.
2014 10 −0,2 p.p.
2013 10,1 +0,7 p.p.
2012 9,4 −1,3 p.p.
2011 10,7 −1,9 p.p.
2010 12,6 +0,7 p.p.
2009 11,9 +0,4 p.p.
2008 11,5 −0,1 p.p.
2007 11,6 −0,1 p.p.
2006 11,7 −0,5 p.p.
2005 12,2 −0,7 p.p.
2004 12,9 +0,9 p.p.
2003 12 +0,7 p.p.
2002 11,3 +0,1 p.p.
2001 11,2 +0,3 p.p.
2000 10,9 −0,3 p.p.
1999 11,2 −0,2 p.p.
1998 11,5 −0,4 p.p.
1997 11,8 −0,5 p.p.
1996 12,4 −0,5 p.p.
1995 12,9 +1,1 p.p.
1994 11,7 +0,9 p.p.
1993 10,9 −1,4 p.p.
1992 12,2 −0,6 p.p.
1991 12,8

Sobre o indicador

Parcela do emprego total na agricultura, na silvicultura, na caça e na pesca. Comparada com a participação da agricultura no PIB, mostra a produtividade do setor: se o campo emprega 50% dos ocupados e gera 20% do PIB, a produtividade do trabalho ali é três vezes menor que a média da economia.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.