Trabalho por conta própria — todos os países

Trabalho por conta própria — Togo

Trabalho por conta própria no Togo em 2025 — 76,6%. Posição 23 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 6,9 p.p..

2025 76,6% −0,4 p.p. vs 2024
Posição no mundo 23de 182
Máximo do período 83,9%1994
Mínimo do período 76,6%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Trabalho por conta própria — Togo, 1991–2025767880828419911995199920032007201120152019202320251991: 83,6%1992: 83,6%1993: 83,9%1994: 83,9%1995: 83,8%1996: 83,7%1997: 83,4%1998: 83,3%1999: 83,1%2000: 83,1%2001: 83%2002: 83%2003: 82,9%2004: 82,9%2005: 82,9%2006: 82,9%2007: 82,9%2008: 82,9%2009: 82,9%2010: 82,7%2011: 82,6%2012: 82,4%2013: 82,1%2014: 81,8%2015: 81,5%2016: 81,2%2017: 80,8%2018: 80,4%2019: 80%2020: 80,4%2021: 78,9%2022: 77,5%2023: 77,3%2024: 77%2025: 76,6%
Variação no período: −6,9 p.p. Média anual: -0,2 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Togo

Togo 76,6%
Mundo 46,4%
África Ocidental calculado 82%
Países de renda baixa calculado 78,5%
Trabalho por conta própria — Togo, por ano Togo Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 76,6 −0,4 p.p.
2024 77 −0,2 p.p.
2023 77,3 −0,3 p.p.
2022 77,5 −1,3 p.p.
2021 78,9 −1,5 p.p.
2020 80,4 +0,4 p.p.
2019 80 −0,3 p.p.
2018 80,4 −0,4 p.p.
2017 80,8 −0,4 p.p.
2016 81,2 −0,3 p.p.
2015 81,5 −0,3 p.p.
2014 81,8 −0,3 p.p.
2013 82,1 −0,3 p.p.
2012 82,4 −0,2 p.p.
2011 82,6 −0,2 p.p.
2010 82,7 −0,1 p.p.
2009 82,9 −0,1 p.p.
2008 82,9 +0 p.p.
2007 82,9 +0 p.p.
2006 82,9 −0 p.p.
2005 82,9 +0 p.p.
2004 82,9 −0 p.p.
2003 82,9 −0,1 p.p.
2002 83 −0 p.p.
2001 83 −0 p.p.
2000 83,1 −0,1 p.p.
1999 83,1 −0,1 p.p.
1998 83,3 −0,1 p.p.
1997 83,4 −0,3 p.p.
1996 83,7 −0,1 p.p.
1995 83,8 −0,1 p.p.
1994 83,9 +0 p.p.
1993 83,9 +0,3 p.p.
1992 83,6 +0 p.p.
1991 83,6

Sobre o indicador

Parcela do trabalho por conta própria no emprego total: empregadores, quem trabalha por conta própria, membros de cooperativas de produção e trabalhadores familiares auxiliares. Valores altos nos países de renda baixa não refletem um empreendedorismo desenvolvido, mas a falta de postos de trabalho assalariado e o emprego informal na agricultura e no pequeno comércio.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.