Trabalho por conta própria — todos os países

Trabalho por conta própria — Costa do Marfim

Trabalho por conta própria na Costa do Marfim em 2025 — 71%. Posição 30 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 11 p.p..

2025 71% −0,4 p.p. vs 2024
Posição no mundo 30de 182
Máximo do período 82,1%1994
Mínimo do período 71%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Trabalho por conta própria — Costa do Marfim, 1991–20257075808519911995199920032007201120152019202320251991: 81,9%1992: 82%1993: 82%1994: 82,1%1995: 82%1996: 81,9%1997: 81,6%1998: 81,4%1999: 81,2%2000: 81,1%2001: 81,1%2002: 81,1%2003: 81,2%2004: 81,2%2005: 81,1%2006: 81%2007: 80,9%2008: 80,7%2009: 80,2%2010: 79,6%2011: 79,3%2012: 78,9%2013: 76,7%2014: 75,8%2015: 74,8%2016: 73,9%2017: 74,3%2018: 74%2019: 73,7%2020: 73,9%2021: 72,9%2022: 72%2023: 71,6%2024: 71,3%2025: 71%
Variação no período: −11 p.p. Média anual: -0,32 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Costa do Marfim

Costa do Marfim 71%
Mundo 46,4%
África Ocidental calculado 82%
Trabalho por conta própria — Costa do Marfim, por ano Costa do Marfim Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 71 −0,4 p.p.
2024 71,3 −0,3 p.p.
2023 71,6 −0,3 p.p.
2022 72 −0,9 p.p.
2021 72,9 −1 p.p.
2020 73,9 +0,2 p.p.
2019 73,7 −0,3 p.p.
2018 74 −0,3 p.p.
2017 74,3 +0,4 p.p.
2016 73,9 −1 p.p.
2015 74,8 −0,9 p.p.
2014 75,8 −0,9 p.p.
2013 76,7 −2,2 p.p.
2012 78,9 −0,4 p.p.
2011 79,3 −0,3 p.p.
2010 79,6 −0,5 p.p.
2009 80,2 −0,5 p.p.
2008 80,7 −0,2 p.p.
2007 80,9 −0,1 p.p.
2006 81 −0,1 p.p.
2005 81,1 −0 p.p.
2004 81,2 +0 p.p.
2003 81,2 +0 p.p.
2002 81,1 −0 p.p.
2001 81,1 +0 p.p.
2000 81,1 −0,1 p.p.
1999 81,2 −0,2 p.p.
1998 81,4 −0,2 p.p.
1997 81,6 −0,3 p.p.
1996 81,9 −0,1 p.p.
1995 82 −0,1 p.p.
1994 82,1 +0 p.p.
1993 82 +0 p.p.
1992 82 +0 p.p.
1991 81,9

Sobre o indicador

Parcela do trabalho por conta própria no emprego total: empregadores, quem trabalha por conta própria, membros de cooperativas de produção e trabalhadores familiares auxiliares. Valores altos nos países de renda baixa não refletem um empreendedorismo desenvolvido, mas a falta de postos de trabalho assalariado e o emprego informal na agricultura e no pequeno comércio.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.