Trabalho por conta própria — todos os países

Trabalho por conta própria — Guiné-Bissau

Trabalho por conta própria na Guiné-Bissau em 2025 — 75,5%. Posição 26 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 3,6 p.p..

2025 75,5% −0,2 p.p. vs 2024
Posição no mundo 26de 182
Máximo do período 79%1991
Mínimo do período 75,5%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Trabalho por conta própria — Guiné-Bissau, 1991–202575767778798019911995199920032007201120152019202320251991: 79%1992: 78,9%1993: 78,8%1994: 78,7%1995: 78,6%1996: 78,4%1997: 78,1%1998: 78,3%1999: 78,3%2000: 78,3%2001: 78,2%2002: 78,1%2003: 78,1%2004: 78%2005: 77,9%2006: 77,8%2007: 77,7%2008: 77,6%2009: 77,5%2010: 77,4%2011: 77,2%2012: 77%2013: 76,9%2014: 76,8%2015: 76,7%2016: 76,6%2017: 76,4%2018: 76,2%2019: 76%2020: 76,7%2021: 76,3%2022: 76,1%2023: 75,9%2024: 75,7%2025: 75,5%
Variação no período: −3,6 p.p. Média anual: -0,1 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Guiné-Bissau

Guiné-Bissau 75,5%
Mundo 46,4%
África Ocidental calculado 82%
Países de renda baixa calculado 78,5%
Trabalho por conta própria — Guiné-Bissau, por ano Guiné-Bissau Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 75,5 −0,2 p.p.
2024 75,7 −0,2 p.p.
2023 75,9 −0,2 p.p.
2022 76,1 −0,2 p.p.
2021 76,3 −0,4 p.p.
2020 76,7 +0,7 p.p.
2019 76 −0,2 p.p.
2018 76,2 −0,2 p.p.
2017 76,4 −0,2 p.p.
2016 76,6 −0,2 p.p.
2015 76,7 −0,1 p.p.
2014 76,8 −0,1 p.p.
2013 76,9 −0,1 p.p.
2012 77 −0,1 p.p.
2011 77,2 −0,2 p.p.
2010 77,4 −0,1 p.p.
2009 77,5 −0,1 p.p.
2008 77,6 −0,1 p.p.
2007 77,7 −0,1 p.p.
2006 77,8 −0,1 p.p.
2005 77,9 −0,1 p.p.
2004 78 −0 p.p.
2003 78,1 −0,1 p.p.
2002 78,1 −0,1 p.p.
2001 78,2 −0,1 p.p.
2000 78,3 −0 p.p.
1999 78,3 −0 p.p.
1998 78,3 +0,2 p.p.
1997 78,1 −0,3 p.p.
1996 78,4 −0,2 p.p.
1995 78,6 −0,1 p.p.
1994 78,7 −0,1 p.p.
1993 78,8 −0,1 p.p.
1992 78,9 −0,2 p.p.
1991 79

Sobre o indicador

Parcela do trabalho por conta própria no emprego total: empregadores, quem trabalha por conta própria, membros de cooperativas de produção e trabalhadores familiares auxiliares. Valores altos nos países de renda baixa não refletem um empreendedorismo desenvolvido, mas a falta de postos de trabalho assalariado e o emprego informal na agricultura e no pequeno comércio.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.