Taxa de desemprego — todos os países

Taxa de desemprego — Guiné Equatorial

Taxa de desemprego na Guiné Equatorial em 2025 — 8,34%. Posição 135 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador aumentou 1,66 p.p..

2025 8,34% +0,04 p.p. vs 2024
Posição no mundo 135de 182
Máximo do período 8,82%2021
Mínimo do período 6,68%1991

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % da força de trabalho

Taxa de desemprego — Guiné Equatorial, 1991–2025678919911995199920032007201120152019202320251991: 6,68%1992: 6,88%1993: 7,02%1994: 7,12%1995: 7,16%1996: 7,22%1997: 7,26%1998: 7,33%1999: 7,42%2000: 7,44%2001: 7,55%2002: 7,65%2003: 7,7%2004: 7,66%2005: 7,67%2006: 7,61%2007: 7,59%2008: 7,57%2009: 7,7%2010: 7,85%2011: 7,84%2012: 7,76%2013: 7,68%2014: 7,67%2015: 7,78%2016: 7,8%2017: 7,84%2018: 7,82%2019: 7,92%2020: 8,63%2021: 8,82%2022: 8,33%2023: 8,22%2024: 8,29%2025: 8,34%
Variação no período: +1,66 p.p. Média anual: 0,05 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Guiné Equatorial

Guiné Equatorial 8,34%
Mundo 4,79%
África Central calculado 6,76%
Taxa de desemprego — Guiné Equatorial, por ano Guiné Equatorial Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 8,34 +0,04 p.p.
2024 8,29 +0,07 p.p.
2023 8,22 −0,12 p.p.
2022 8,33 −0,49 p.p.
2021 8,82 +0,2 p.p.
2020 8,63 +0,71 p.p.
2019 7,92 +0,1 p.p.
2018 7,82 −0,03 p.p.
2017 7,84 +0,04 p.p.
2016 7,8 +0,02 p.p.
2015 7,78 +0,11 p.p.
2014 7,67 −0,01 p.p.
2013 7,68 −0,09 p.p.
2012 7,76 −0,08 p.p.
2011 7,84 −0,01 p.p.
2010 7,85 +0,15 p.p.
2009 7,7 +0,13 p.p.
2008 7,57 −0,02 p.p.
2007 7,59 −0,02 p.p.
2006 7,61 −0,05 p.p.
2005 7,67 +0,01 p.p.
2004 7,66 −0,04 p.p.
2003 7,7 +0,05 p.p.
2002 7,65 +0,09 p.p.
2001 7,55 +0,11 p.p.
2000 7,44 +0,03 p.p.
1999 7,42 +0,09 p.p.
1998 7,33 +0,07 p.p.
1997 7,26 +0,05 p.p.
1996 7,22 +0,05 p.p.
1995 7,16 +0,04 p.p.
1994 7,12 +0,1 p.p.
1993 7,02 +0,15 p.p.
1992 6,88 +0,2 p.p.
1991 6,68

Sobre o indicador

Parcela de desempregados na força de trabalho pela definição da OIT: é considerado desempregado quem não tinha trabalho no período de referência, procurou trabalho ativamente e estava disponível para começar. Quem não procura trabalho não integra a força de trabalho, por isso, em países com “saída” massiva da força de trabalho, um desemprego baixo não significa ocupação alta — compare com a taxa de ocupação e a taxa de participação.

Importante: Os dados são estimativas modeladas da OIT, harmonizadas para uma definição comum; podem divergir dos números nacionais dos serviços de emprego.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.