Taxa de desemprego — todos os países

Taxa de desemprego — Angola

Taxa de desemprego em Angola em 2025 — 14,11%. Posição 166 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 2,71 p.p..

2025 14,11% +0,09 p.p. vs 2024
Posição no mundo 166de 182
Máximo do período 17,44%1994
Mínimo do período 14,02%2024

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % da força de trabalho

Taxa de desemprego — Angola, 1991–2025141516171819911995199920032007201120152019202320251991: 16,82%1992: 16,96%1993: 17,44%1994: 17,44%1995: 16,98%1996: 16,18%1997: 16,06%1998: 16,29%1999: 16,54%2000: 16,65%2001: 16,67%2002: 16,43%2003: 16,45%2004: 16,31%2005: 16,3%2006: 16,12%2007: 16,07%2008: 16,15%2009: 16,38%2010: 16,6%2011: 16,77%2012: 16,54%2013: 16,46%2014: 16,37%2015: 16,47%2016: 16,57%2017: 16,62%2018: 16,6%2019: 16,5%2020: 16,7%2021: 15,8%2022: 14,12%2023: 14,05%2024: 14,02%2025: 14,11%
Variação no período: −2,71 p.p. Média anual: -0,08 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Angola

Angola 14,11%
Mundo 4,79%
África Central calculado 6,76%
Taxa de desemprego — Angola, por ano Angola Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 14,11 +0,09 p.p.
2024 14,02 −0,03 p.p.
2023 14,05 −0,07 p.p.
2022 14,12 −1,68 p.p.
2021 15,8 −0,9 p.p.
2020 16,7 +0,2 p.p.
2019 16,5 −0,11 p.p.
2018 16,6 −0,02 p.p.
2017 16,62 +0,05 p.p.
2016 16,57 +0,1 p.p.
2015 16,47 +0,1 p.p.
2014 16,37 −0,09 p.p.
2013 16,46 −0,08 p.p.
2012 16,54 −0,23 p.p.
2011 16,77 +0,18 p.p.
2010 16,6 +0,21 p.p.
2009 16,38 +0,23 p.p.
2008 16,15 +0,09 p.p.
2007 16,07 −0,06 p.p.
2006 16,12 −0,17 p.p.
2005 16,3 −0,02 p.p.
2004 16,31 −0,13 p.p.
2003 16,45 +0,01 p.p.
2002 16,43 −0,24 p.p.
2001 16,67 +0,02 p.p.
2000 16,65 +0,1 p.p.
1999 16,54 +0,25 p.p.
1998 16,29 +0,23 p.p.
1997 16,06 −0,11 p.p.
1996 16,18 −0,8 p.p.
1995 16,98 −0,47 p.p.
1994 17,44 +0 p.p.
1993 17,44 +0,48 p.p.
1992 16,96 +0,14 p.p.
1991 16,82

Sobre o indicador

Parcela de desempregados na força de trabalho pela definição da OIT: é considerado desempregado quem não tinha trabalho no período de referência, procurou trabalho ativamente e estava disponível para começar. Quem não procura trabalho não integra a força de trabalho, por isso, em países com “saída” massiva da força de trabalho, um desemprego baixo não significa ocupação alta — compare com a taxa de ocupação e a taxa de participação.

Importante: Os dados são estimativas modeladas da OIT, harmonizadas para uma definição comum; podem divergir dos números nacionais dos serviços de emprego.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.