Taxa de desemprego — todos os países

Taxa de desemprego — Butão

Taxa de desemprego no Butão em 2025 — 3,23%. Posição 47 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador aumentou 1,85 p.p..

2025 3,23% −0,06 p.p. vs 2024
Posição no mundo 47de 182
Máximo do período 5,95%2022
Mínimo do período 1,38%1991

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % da força de trabalho

Taxa de desemprego — Butão, 1991–2025024619911995199920032007201120152019202320251991: 1,38%1992: 1,39%1993: 1,42%1994: 1,41%1995: 1,4%1996: 1,39%1997: 1,39%1998: 1,4%1999: 1,4%2000: 1,66%2001: 1,9%2002: 1,85%2003: 1,8%2004: 2,49%2005: 3,1%2006: 3,13%2007: 3,7%2008: 3,85%2009: 3,96%2010: 3,32%2011: 3,23%2012: 2,05%2013: 2,87%2014: 2,63%2015: 2,45%2016: 2,71%2017: 3,03%2018: 3,35%2019: 2,72%2020: 5,03%2021: 4,8%2022: 5,95%2023: 3,13%2024: 3,28%2025: 3,23%
Variação no período: +1,85 p.p. Média anual: 0,05 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Butão

Butão 3,23%
Mundo 4,79%
Ásia do Sul 4,24%
Ásia do Sul (sub-região) calculado 4,61%
Taxa de desemprego — Butão, por ano Butão Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 3,23 −0,06 p.p.
2024 3,28 +0,16 p.p.
2023 3,13 −2,82 p.p.
2022 5,95 +1,14 p.p.
2021 4,8 −0,23 p.p.
2020 5,03 +2,31 p.p.
2019 2,72 −0,63 p.p.
2018 3,35 +0,32 p.p.
2017 3,03 +0,32 p.p.
2016 2,71 +0,26 p.p.
2015 2,45 −0,18 p.p.
2014 2,63 −0,24 p.p.
2013 2,87 +0,82 p.p.
2012 2,05 −1,18 p.p.
2011 3,23 −0,09 p.p.
2010 3,32 −0,64 p.p.
2009 3,96 +0,11 p.p.
2008 3,85 +0,15 p.p.
2007 3,7 +0,57 p.p.
2006 3,13 +0,03 p.p.
2005 3,1 +0,61 p.p.
2004 2,49 +0,69 p.p.
2003 1,8 −0,05 p.p.
2002 1,85 −0,05 p.p.
2001 1,9 +0,25 p.p.
2000 1,66 +0,26 p.p.
1999 1,4 +0 p.p.
1998 1,4 +0,01 p.p.
1997 1,39 +0 p.p.
1996 1,39 −0,01 p.p.
1995 1,4 −0,01 p.p.
1994 1,41 −0,01 p.p.
1993 1,42 +0,03 p.p.
1992 1,39 +0,01 p.p.
1991 1,38

Sobre o indicador

Parcela de desempregados na força de trabalho pela definição da OIT: é considerado desempregado quem não tinha trabalho no período de referência, procurou trabalho ativamente e estava disponível para começar. Quem não procura trabalho não integra a força de trabalho, por isso, em países com “saída” massiva da força de trabalho, um desemprego baixo não significa ocupação alta — compare com a taxa de ocupação e a taxa de participação.

Importante: Os dados são estimativas modeladas da OIT, harmonizadas para uma definição comum; podem divergir dos números nacionais dos serviços de emprego.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.