Taxa de desemprego — todos os países

Taxa de desemprego — Brunei

Taxa de desemprego no Brunei em 2025 — 5,28%. Posição 96 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador aumentou 0,58 p.p..

2025 5,28% +0,1 p.p. vs 2024
Posição no mundo 96de 182
Máximo do período 9,32%2017
Mínimo do período 4,7%1991

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % da força de trabalho

Taxa de desemprego — Brunei, 1991–20254681019911995199920032007201120152019202320251991: 4,7%1992: 4,79%1993: 4,9%1994: 5,01%1995: 5,07%1996: 5,15%1997: 5,2%1998: 5,36%1999: 5,42%2000: 5,53%2001: 5,56%2002: 5,65%2003: 5,74%2004: 5,85%2005: 5,97%2006: 6,06%2007: 6,19%2008: 6,31%2009: 6,46%2010: 6,49%2011: 6,51%2012: 6,57%2013: 6,71%2014: 6,86%2015: 7,7%2016: 8,54%2017: 9,32%2018: 8,7%2019: 6,6%2020: 7,41%2021: 4,91%2022: 5,19%2023: 5,3%2024: 5,18%2025: 5,28%
Variação no período: +0,58 p.p. Média anual: 0,02 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Brunei

Brunei 5,28%
Mundo 4,79%
Sudeste Asiático calculado 2,44%
Países de renda alta calculado 4,42%
Taxa de desemprego — Brunei, por ano Brunei Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 5,28 +0,1 p.p.
2024 5,18 −0,12 p.p.
2023 5,3 +0,11 p.p.
2022 5,19 +0,29 p.p.
2021 4,91 −2,5 p.p.
2020 7,41 +0,81 p.p.
2019 6,6 −2,1 p.p.
2018 8,7 −0,62 p.p.
2017 9,32 +0,78 p.p.
2016 8,54 +0,83 p.p.
2015 7,7 +0,84 p.p.
2014 6,86 +0,15 p.p.
2013 6,71 +0,14 p.p.
2012 6,57 +0,06 p.p.
2011 6,51 +0,02 p.p.
2010 6,49 +0,03 p.p.
2009 6,46 +0,15 p.p.
2008 6,31 +0,13 p.p.
2007 6,19 +0,13 p.p.
2006 6,06 +0,09 p.p.
2005 5,97 +0,13 p.p.
2004 5,85 +0,1 p.p.
2003 5,74 +0,09 p.p.
2002 5,65 +0,09 p.p.
2001 5,56 +0,03 p.p.
2000 5,53 +0,12 p.p.
1999 5,42 +0,06 p.p.
1998 5,36 +0,15 p.p.
1997 5,2 +0,05 p.p.
1996 5,15 +0,09 p.p.
1995 5,07 +0,06 p.p.
1994 5,01 +0,1 p.p.
1993 4,9 +0,11 p.p.
1992 4,79 +0,09 p.p.
1991 4,7

Sobre o indicador

Parcela de desempregados na força de trabalho pela definição da OIT: é considerado desempregado quem não tinha trabalho no período de referência, procurou trabalho ativamente e estava disponível para começar. Quem não procura trabalho não integra a força de trabalho, por isso, em países com “saída” massiva da força de trabalho, um desemprego baixo não significa ocupação alta — compare com a taxa de ocupação e a taxa de participação.

Importante: Os dados são estimativas modeladas da OIT, harmonizadas para uma definição comum; podem divergir dos números nacionais dos serviços de emprego.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.