Recursos hídricos per capita — todos os países

Recursos hídricos per capita — Sri Lanka

Recursos hídricos per capita no Sri Lanka em 2022 — 2.380 m³/pess.. Posição 93 no mundo, de um total de 181. Desde 1961, o indicador caiu 55,4%.

2022 2.380 m³/pess. −0,11% vs 2021
Posição no mundo 93de 181
Máximo do período 5.334 m³/pess.1961
Mínimo do período 2.380 m³/pess.2022

Evolução ao longo do tempo

1961–2022 · m³ per capita

Recursos hídricos per capita — Sri Lanka, 1961–20222.0003.0004.0005.0006.00019611968197519821989199620032010201720221961: 5.334 m³/pess.1963: 5.079 m³/pess.1965: 4.837 m³/pess.1967: 4.608 m³/pess.1969: 4.395 m³/pess.1971: 4.207 m³/pess.1973: 4.043 m³/pess.1975: 3.897 m³/pess.1977: 3.758 m³/pess.1979: 3.621 m³/pess.1981: 3.497 m³/pess.1983: 3.431 m³/pess.1985: 3.397 m³/pess.1987: 3.317 m³/pess.1989: 3.250 m³/pess.1991: 3.205 m³/pess.1993: 3.101 m³/pess.1995: 3.006 m³/pess.1997: 2.893 m³/pess.1999: 2.787 m³/pess.2001: 2.694 m³/pess.2003: 2.646 m³/pess.2005: 2.612 m³/pess.2007: 2.577 m³/pess.2009: 2.544 m³/pess.2011: 2.513 m³/pess.2013: 2.565 m³/pess.2015: 2.518 m³/pess.2017: 2.461 m³/pess.2019: 2.422 m³/pess.2021: 2.383 m³/pess.2022: 2.380 m³/pess.
Variação no período: −2.953 (−55,37%) Taxa média anual: -1,31 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Sri Lanka

Sri Lanka 2.380 m³/pess.
Mundo 5.393 m³/pess.
Ásia do Sul 1.141 m³/pess.
Ásia do Sul (sub-região) calculado 1.044 m³/pess.
Países de renda média-baixa calculado 2.322 m³/pess.
Recursos hídricos per capita — Sri Lanka, por ano Sri Lanka Todos os países CSV XLSX
Ano m³/pess. Variação Variação, %
2022 2.380 −3 −0,11%
2021 2.383 −26 −1,07%
2020 2.409 −13 −0,53%
2019 2.422 −15 −0,61%
2018 2.437 −25 −1%
2017 2.461 −28 −1,14%
2016 2.490 −28 −1,13%
2015 2.518 −23 −0,92%
2014 2.541 −24 −0,93%
2013 2.565 +71 +2,84%
2012 2.494 −19 −0,76%
2011 2.513 −16 −0,62%
2010 2.529 −15 −0,59%
2009 2.544 −16 −0,61%
2008 2.559 −17 −0,66%
2007 2.577 −18 −0,68%
2006 2.594 −17 −0,67%
2005 2.612 −17 −0,64%
2004 2.628 −18 −0,68%
2003 2.646 −19 −0,73%
2002 2.666 −28 −1,04%
2001 2.694 −43 −1,57%
2000 2.737 −50 −1,81%
1999 2.787 −52 −1,84%
1998 2.839 −54 −1,87%
1997 2.893 −55 −1,88%
1996 2.949 −57 −1,9%
1995 3.006 −50 −1,64%
1994 3.056 −45 −1,45%
1993 3.101 −53 −1,68%
1992 3.154 −51 −1,58%
1991 3.205 −24 −0,75%
1990 3.229 −21 −0,64%
1989 3.250 −34 −1,05%
1988 3.284 −33 −1,01%
1987 3.317 −39 −1,16%
1986 3.356 −40 −1,19%
1985 3.397 −23 −0,66%
1984 3.419 −12 −0,34%
1983 3.431 −23 −0,66%
1982 3.454 −43 −1,22%
1981 3.497 −59 −1,67%
1980 3.556 −65 −1,81%
1979 3.621 −68 −1,85%
1978 3.690 −68 −1,82%
1977 3.758 −69 −1,8%
1976 3.827 −70 −1,8%
1975 3.897 −71 −1,8%
1974 3.968 −74 −1,84%
1973 4.043 −79 −1,93%
1972 4.122 −84 −2,01%
1971 4.207 −91 −2,11%
1970 4.297 −98 −2,22%
1969 4.395 −104 −2,31%
1968 4.499 −109 −2,38%
1967 4.608 −113 −2,39%
1966 4.721 −115 −2,39%
1965 4.837 −120 −2,41%
1964 4.956 −123 −2,43%
1963 5.079 −126 −2,42%
1962 5.205 −128 −2,41%
1961 5.334

Sobre o indicador

Recursos internos renováveis de água doce divididos pela população. É por esta medida que se costuma julgar a escassez de água: abaixo de 1.700 metros cúbicos por habitante ao ano fala-se de tensão hídrica; abaixo de 1.000, de escassez; abaixo de 500, de escassez absoluta. O indicador cai mesmo onde a água não diminui — apenas pelo crescimento da população —, e por esta série se vê quais países entram na escassez por via demográfica.

Importante: O valor de um grupo são todos os seus recursos hídricos sobre toda a sua população. Os limiares de 1.700, 1.000 e 500 m³ são referências de uso comum, e não uma classificação oficial.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.