Recursos hídricos per capita — todos os países

Recursos hídricos per capita — Paquistão

Recursos hídricos per capita no Paquistão em 2022 — 226 m³/pess.. Posição 165 no mundo, de um total de 181. Desde 1961, o indicador caiu 80,7%.

2022 226 m³/pess. −1,73% vs 2021
Posição no mundo 165de 181
Máximo do período 1.172 m³/pess.1961
Mínimo do período 226 m³/pess.2022

Evolução ao longo do tempo

1961–2022 · m³ per capita

Recursos hídricos per capita — Paquistão, 1961–202205001.0001.50019611968197519821989199620032010201720221961: 1.172 m³/pess.1963: 1.112 m³/pess.1965: 1.053 m³/pess.1967: 996 m³/pess.1969: 941 m³/pess.1971: 889 m³/pess.1973: 840 m³/pess.1975: 792 m³/pess.1977: 744 m³/pess.1979: 696 m³/pess.1981: 641 m³/pess.1983: 596 m³/pess.1985: 560 m³/pess.1987: 523 m³/pess.1989: 490 m³/pess.1991: 458 m³/pess.1993: 433 m³/pess.1995: 409 m³/pess.1997: 386 m³/pess.1999: 365 m³/pess.2001: 345 m³/pess.2003: 329 m³/pess.2005: 313 m³/pess.2007: 298 m³/pess.2009: 283 m³/pess.2011: 270 m³/pess.2013: 261 m³/pess.2015: 253 m³/pess.2017: 246 m³/pess.2019: 238 m³/pess.2021: 230 m³/pess.2022: 226 m³/pess.
Variação no período: −946 (−80,75%) Taxa média anual: -2,66 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Paquistão

Paquistão 226 m³/pess.
Mundo 5.393 m³/pess.
Ásia do Sul 1.141 m³/pess.
Ásia do Sul (sub-região) calculado 1.044 m³/pess.
Países de renda média-baixa calculado 2.322 m³/pess.
Recursos hídricos per capita — Paquistão, por ano Paquistão Todos os países CSV XLSX
Ano m³/pess. Variação Variação, %
2022 226 −4 −1,73%
2021 230 −4 −1,87%
2020 234 −4 −1,79%
2019 238 −4 −1,68%
2018 242 −4 −1,61%
2017 246 −4 −1,4%
2016 250 −3 −1,29%
2015 253 −4 −1,39%
2014 257 −4 −1,49%
2013 261 −4 −1,61%
2012 265 −5 −1,89%
2011 270 −6 −2,21%
2010 276 −7 −2,44%
2009 283 −7 −2,51%
2008 290 −8 −2,64%
2007 298 −8 −2,61%
2006 306 −7 −2,35%
2005 313 −8 −2,38%
2004 321 −8 −2,44%
2003 329 −8 −2,33%
2002 337 −8 −2,42%
2001 345 −10 −2,76%
2000 355 −10 −2,79%
1999 365 −10 −2,69%
1998 375 −11 −2,72%
1997 386 −11 −2,79%
1996 397 −12 −2,87%
1995 409 −12 −2,85%
1994 421 −12 −2,85%
1993 433 −12 −2,73%
1992 445 −13 −2,82%
1991 458 −15 −3,25%
1990 474 −16 −3,29%
1989 490 −16 −3,22%
1988 506 −17 −3,31%
1987 523 −18 −3,35%
1986 541 −19 −3,32%
1985 560 −18 −3,12%
1984 578 −18 −3,09%
1983 596 −21 −3,4%
1982 617 −24 −3,69%
1981 641 −27 −4,09%
1980 668 −28 −4%
1979 696 −25 −3,4%
1978 721 −23 −3,15%
1977 744 −24 −3,09%
1976 768 −24 −3,01%
1975 792 −24 −2,95%
1974 816 −24 −2,9%
1973 840 −25 −2,87%
1972 865 −24 −2,73%
1971 889 −25 −2,72%
1970 914 −27 −2,84%
1969 941 −27 −2,82%
1968 968 −28 −2,81%
1967 996 −29 −2,78%
1966 1.025 −29 −2,74%
1965 1.053 −29 −2,7%
1964 1.083 −30 −2,66%
1963 1.112 −30 −2,61%
1962 1.142 −30 −2,56%
1961 1.172

Sobre o indicador

Recursos internos renováveis de água doce divididos pela população. É por esta medida que se costuma julgar a escassez de água: abaixo de 1.700 metros cúbicos por habitante ao ano fala-se de tensão hídrica; abaixo de 1.000, de escassez; abaixo de 500, de escassez absoluta. O indicador cai mesmo onde a água não diminui — apenas pelo crescimento da população —, e por esta série se vê quais países entram na escassez por via demográfica.

Importante: O valor de um grupo são todos os seus recursos hídricos sobre toda a sua população. Os limiares de 1.700, 1.000 e 500 m³ são referências de uso comum, e não uma classificação oficial.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.