Recursos hídricos per capita — todos os países

Recursos hídricos per capita — Índia

Recursos hídricos per capita na Índia em 2022 — 1.014 m³/pess.. Posição 127 no mundo, de um total de 181. Desde 1961, o indicador caiu 68,7%.

2022 1.014 m³/pess. −0,79% vs 2021
Posição no mundo 127de 181
Máximo do período 3.238 m³/pess.1961
Mínimo do período 1.014 m³/pess.2022

Evolução ao longo do tempo

1961–2022 · m³ per capita

Recursos hídricos per capita — Índia, 1961–202201.0002.0003.0004.00019611968197519821989199620032010201720221961: 3.238 m³/pess.1963: 3.089 m³/pess.1965: 2.950 m³/pess.1967: 2.826 m³/pess.1969: 2.708 m³/pess.1971: 2.591 m³/pess.1973: 2.478 m³/pess.1975: 2.365 m³/pess.1977: 2.257 m³/pess.1979: 2.154 m³/pess.1981: 2.055 m³/pess.1983: 1.961 m³/pess.1985: 1.871 m³/pess.1987: 1.788 m³/pess.1989: 1.709 m³/pess.1991: 1.636 m³/pess.1993: 1.568 m³/pess.1995: 1.506 m³/pess.1997: 1.447 m³/pess.1999: 1.393 m³/pess.2001: 1.341 m³/pess.2003: 1.295 m³/pess.2005: 1.252 m³/pess.2007: 1.214 m³/pess.2009: 1.180 m³/pess.2011: 1.147 m³/pess.2013: 1.116 m³/pess.2015: 1.089 m³/pess.2017: 1.064 m³/pess.2019: 1.041 m³/pess.2021: 1.022 m³/pess.2022: 1.014 m³/pess.
Variação no período: −2.224 (−68,67%) Taxa média anual: -1,88 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Índia

Índia 1.014 m³/pess.
Mundo 5.393 m³/pess.
Ásia do Sul 1.141 m³/pess.
Ásia do Sul (sub-região) calculado 1.044 m³/pess.
Países de renda média-baixa calculado 2.322 m³/pess.
Recursos hídricos per capita — Índia, por ano Índia Todos os países CSV XLSX
Ano m³/pess. Variação Variação, %
2022 1.014 −8 −0,79%
2021 1.022 −8 −0,82%
2020 1.031 −10 −0,97%
2019 1.041 −11 −1,03%
2018 1.052 −12 −1,09%
2017 1.064 −12 −1,16%
2016 1.076 −13 −1,18%
2015 1.089 −13 −1,19%
2014 1.102 −14 −1,25%
2013 1.116 −15 −1,32%
2012 1.131 −16 −1,36%
2011 1.147 −16 −1,41%
2010 1.163 −17 −1,44%
2009 1.180 −17 −1,44%
2008 1.197 −17 −1,43%
2007 1.214 −18 −1,49%
2006 1.233 −19 −1,55%
2005 1.252 −21 −1,62%
2004 1.273 −22 −1,69%
2003 1.295 −23 −1,72%
2002 1.317 −24 −1,79%
2001 1.341 −25 −1,85%
2000 1.367 −26 −1,86%
1999 1.393 −27 −1,88%
1998 1.420 −28 −1,92%
1997 1.447 −29 −1,95%
1996 1.476 −30 −1,98%
1995 1.506 −31 −1,99%
1994 1.536 −32 −2,02%
1993 1.568 −33 −2,08%
1992 1.601 −34 −2,11%
1991 1.636 −36 −2,14%
1990 1.672 −37 −2,19%
1989 1.709 −39 −2,21%
1988 1.748 −40 −2,23%
1987 1.788 −41 −2,25%
1986 1.829 −43 −2,28%
1985 1.871 −44 −2,3%
1984 1.916 −45 −2,32%
1983 1.961 −46 −2,31%
1982 2.007 −47 −2,31%
1981 2.055 −49 −2,32%
1980 2.104 −51 −2,36%
1979 2.154 −51 −2,3%
1978 2.205 −51 −2,28%
1977 2.257 −54 −2,33%
1976 2.310 −55 −2,33%
1975 2.365 −57 −2,33%
1974 2.422 −56 −2,27%
1973 2.478 −56 −2,23%
1972 2.535 −56 −2,17%
1971 2.591 −58 −2,19%
1970 2.649 −59 −2,2%
1969 2.708 −58 −2,09%
1968 2.766 −60 −2,13%
1967 2.826 −61 −2,12%
1966 2.888 −62 −2,12%
1965 2.950 −67 −2,23%
1964 3.017 −71 −2,31%
1963 3.089 −73 −2,32%
1962 3.162 −76 −2,34%
1961 3.238

Sobre o indicador

Recursos internos renováveis de água doce divididos pela população. É por esta medida que se costuma julgar a escassez de água: abaixo de 1.700 metros cúbicos por habitante ao ano fala-se de tensão hídrica; abaixo de 1.000, de escassez; abaixo de 500, de escassez absoluta. O indicador cai mesmo onde a água não diminui — apenas pelo crescimento da população —, e por esta série se vê quais países entram na escassez por via demográfica.

Importante: O valor de um grupo são todos os seus recursos hídricos sobre toda a sua população. Os limiares de 1.700, 1.000 e 500 m³ são referências de uso comum, e não uma classificação oficial.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.