Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Namíbia

Remessas recebidas na Namíbia em 2024 — 96.495.978 US$. Posição 136 no mundo, de um total de 160. Desde 1990, o indicador aumentou 617,4%.

2024 96,5 mi US$ +15,06% vs 2023
Posição no mundo 136de 160
Máximo do período 96,5 mi US$2024
Mínimo do período 7,56 mi US$2002

Evolução ao longo do tempo

1990–2024 · US$

Remessas recebidas — Namíbia, 1990–2024025 mi50 mi75 mi100 mi19901994199820022006201020142018202220241990: 13.450.207 US$1991: 13.797.774 US$1992: 15.708.197 US$1993: 14.536.034 US$1994: 14.898.058 US$1995: 15.604.818 US$1996: 13.513.673 US$1997: 13.303.062 US$1998: 11.215.053 US$1999: 9.901.886 US$2000: 9.161.114 US$2001: 8.454.652 US$2002: 7.555.142 US$2003: 11.791.152 US$2004: 14.594.462 US$2005: 17.498.635 US$2006: 16.442.777 US$2007: 15.682.091 US$2008: 13.563.416 US$2009: 76.511.275 US$2010: 69.207.299 US$2011: 78.755.191 US$2012: 80.114.673 US$2013: 64.103.035 US$2014: 80.721.935 US$2015: 46.673.693 US$2016: 66.479.265 US$2017: 48.292.447 US$2018: 53.670.691 US$2019: 65.593.517 US$2020: 60.450.580 US$2021: 62.975.014 US$2022: 71.108.469 US$2023: 83.865.945 US$2024: 96.495.978 US$
Variação no período: +83,05 mi (+617,43%) Taxa média anual: 5,97 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Namíbia

Namíbia 96,5 mi US$
Mundo 857 bi US$
África Subsaariana 57,23 bi US$
África Austral calculado 1,59 bi US$
Países de renda média-alta calculado 221 bi US$
Remessas recebidas — Namíbia, por ano Namíbia Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 96,5 mi +12,63 mi +15,06%
2023 83,87 mi +12,76 mi +17,94%
2022 71,11 mi +8,13 mi +12,92%
2021 62,98 mi +2,52 mi +4,18%
2020 60,45 mi −5,14 mi −7,84%
2019 65,59 mi +11,92 mi +22,21%
2018 53,67 mi +5,38 mi +11,14%
2017 48,29 mi −18,19 mi −27,36%
2016 66,48 mi +19,81 mi +42,43%
2015 46,67 mi −34,05 mi −42,18%
2014 80,72 mi +16,62 mi +25,93%
2013 64,1 mi −16,01 mi −19,99%
2012 80,11 mi +1,36 mi +1,73%
2011 78,76 mi +9,55 mi +13,8%
2010 69,21 mi −7,3 mi −9,55%
2009 76,51 mi +62,95 mi +464,1%
2008 13,56 mi −2,12 mi −13,51%
2007 15,68 mi −760.686 −4,63%
2006 16,44 mi −1,06 mi −6,03%
2005 17,5 mi +2,9 mi +19,9%
2004 14,59 mi +2,8 mi +23,77%
2003 11,79 mi +4,24 mi +56,07%
2002 7,56 mi −899.509 −10,64%
2001 8,45 mi −706.462 −7,71%
2000 9,16 mi −740.772 −7,48%
1999 9,9 mi −1,31 mi −11,71%
1998 11,22 mi −2,09 mi −15,7%
1997 13,3 mi −210.611 −1,56%
1996 13,51 mi −2,09 mi −13,4%
1995 15,6 mi +706.760 +4,74%
1994 14,9 mi +362.024 +2,49%
1993 14,54 mi −1,17 mi −7,46%
1992 15,71 mi +1,91 mi +13,85%
1991 13,8 mi +347.568 +2,58%
1990 13,45 mi

África Austral, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.