Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Botsuana

Remessas recebidas no Botsuana em 2024 — 128.298.941 US$. Posição 132 no mundo, de um total de 160. Desde 1975, o indicador aumentou 197,4%.

2024 128 mi US$ +83,22% vs 2023
Posição no mundo 132de 160
Máximo do período 128 mi US$2024
Mínimo do período 15,21 mi US$2009

Evolução ao longo do tempo

1975–2024 · US$

Remessas recebidas — Botsuana, 1975–2024050 mi100 mi150 mi197519801985199019952000200520102015202020241975: 43.136.806 US$1976: 61.410.015 US$1977: 68.886.909 US$1978: 57.477.024 US$1979: 58.281.731 US$1980: 77.326.386 US$1981: 74.575.287 US$1982: 56.426.346 US$1983: 55.883.450 US$1984: 49.985.622 US$1985: 31.273.542 US$1986: 37.250.999 US$1987: 54.319.962 US$1988: 54.687.019 US$1989: 49.382.450 US$1990: 85.569.969 US$1991: 83.500.008 US$1992: 93.993.294 US$1993: 74.285.774 US$1994: 69.878.876 US$1995: 55.334.980 US$1996: 43.258.572 US$1997: 40.925.962 US$1998: 36.255.880 US$1999: 26.360.204 US$2000: 18.540.861 US$2001: 17.907.643 US$2002: 19.073.417 US$2003: 27.309.329 US$2004: 78.656.416 US$2005: 117.744.506 US$2006: 103.859.007 US$2007: 92.191.518 US$2008: 46.823.196 US$2009: 15.209.029 US$2010: 22.321.279 US$2011: 20.409.878 US$2012: 18.103.144 US$2013: 36.004.336 US$2014: 46.123.119 US$2015: 30.045.620 US$2016: 24.622.502 US$2017: 38.956.561 US$2018: 44.309.897 US$2019: 59.360.104 US$2020: 44.222.902 US$2021: 60.583.610 US$2022: 62.238.030 US$2023: 70.025.204 US$2024: 128.298.941 US$
Variação no período: +85,16 mi (+197,42%) Taxa média anual: 2,25 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Botsuana

Botsuana 128 mi US$
Mundo 857 bi US$
África Subsaariana 57,23 bi US$
África Austral calculado 1,59 bi US$
Países de renda média-alta calculado 221 bi US$
Remessas recebidas — Botsuana, por ano Botsuana Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 128 mi +58,27 mi +83,22%
2023 70,03 mi +7,79 mi +12,51%
2022 62,24 mi +1,65 mi +2,73%
2021 60,58 mi +16,36 mi +37%
2020 44,22 mi −15,14 mi −25,5%
2019 59,36 mi +15,05 mi +33,97%
2018 44,31 mi +5,35 mi +13,74%
2017 38,96 mi +14,33 mi +58,22%
2016 24,62 mi −5,42 mi −18,05%
2015 30,05 mi −16,08 mi −34,86%
2014 46,12 mi +10,12 mi +28,1%
2013 36 mi +17,9 mi +98,88%
2012 18,1 mi −2,31 mi −11,3%
2011 20,41 mi −1,91 mi −8,56%
2010 22,32 mi +7,11 mi +46,76%
2009 15,21 mi −31,61 mi −67,52%
2008 46,82 mi −45,37 mi −49,21%
2007 92,19 mi −11,67 mi −11,23%
2006 104 mi −13,89 mi −11,79%
2005 118 mi +39,09 mi +49,69%
2004 78,66 mi +51,35 mi +188,02%
2003 27,31 mi +8,24 mi +43,18%
2002 19,07 mi +1,17 mi +6,51%
2001 17,91 mi −633.218 −3,42%
2000 18,54 mi −7,82 mi −29,66%
1999 26,36 mi −9,9 mi −27,29%
1998 36,26 mi −4,67 mi −11,41%
1997 40,93 mi −2,33 mi −5,39%
1996 43,26 mi −12,08 mi −21,82%
1995 55,33 mi −14,54 mi −20,81%
1994 69,88 mi −4,41 mi −5,93%
1993 74,29 mi −19,71 mi −20,97%
1992 93,99 mi +10,49 mi +12,57%
1991 83,5 mi −2,07 mi −2,42%
1990 85,57 mi +36,19 mi +73,28%
1989 49,38 mi −5,3 mi −9,7%
1988 54,69 mi +367.058 +0,68%
1987 54,32 mi +17,07 mi +45,82%
1986 37,25 mi +5,98 mi +19,11%
1985 31,27 mi −18,71 mi −37,43%
1984 49,99 mi −5,9 mi −10,55%
1983 55,88 mi −542.896 −0,96%
1982 56,43 mi −18,15 mi −24,34%
1981 74,58 mi −2,75 mi −3,56%
1980 77,33 mi +19,04 mi +32,68%
1979 58,28 mi +804.707 +1,4%
1978 57,48 mi −11,41 mi −16,56%
1977 68,89 mi +7,48 mi +12,18%
1976 61,41 mi +18,27 mi +42,36%
1975 43,14 mi

África Austral, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.