Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Essuatíni

Remessas recebidas em Essuatíni em 2024 — 33.346.091 US$. Posição 151 no mundo, de um total de 160. Desde 1974, o indicador aumentou 844,1%.

2024 33,35 mi US$ −58,29% vs 2023
Posição no mundo 151de 160
Máximo do período 144 mi US$2017
Mínimo do período 3,53 mi US$1974

Evolução ao longo do tempo

1974–2024 · US$

Remessas recebidas — Essuatíni, 1974–2024050 mi100 mi150 mi197419791984198919941999200420092014201920241974: 3.532.128 US$1975: 7.978.280 US$1976: 9.775.000 US$1977: 12.075.000 US$1978: 14.260.000 US$1979: 16.868.654 US$1980: 35.311.188 US$1981: 39.934.128 US$1982: 37.207.047 US$1983: 53.047.302 US$1984: 52.668.056 US$1985: 47.550.159 US$1986: 55.010.178 US$1987: 78.878.868 US$1988: 94.789.124 US$1989: 109.773.315 US$1990: 112.819.405 US$1991: 108.643.890 US$1992: 110.693.703 US$1993: 82.737.572 US$1994: 77.068.581 US$1995: 82.223.880 US$1996: 75.395.830 US$1997: 83.751.348 US$1998: 78.365.183 US$1999: 70.009.839 US$2000: 56.796.073 US$2001: 52.717.095 US$2002: 44.130.934 US$2003: 65.225.296 US$2004: 82.797.581 US$2005: 95.421.870 US$2006: 95.655.069 US$2007: 95.122.183 US$2008: 89.637.366 US$2009: 93.457.763 US$2010: 54.690.324 US$2011: 63.506.470 US$2012: 88.545.680 US$2013: 75.120.413 US$2014: 95.824.458 US$2015: 95.771.402 US$2016: 98.421.044 US$2017: 144.415.394 US$2018: 125.737.322 US$2019: 118.702.082 US$2020: 112.495.380 US$2021: 132.168.225 US$2022: 126.482.605 US$2023: 79.945.065 US$2024: 33.346.091 US$
Variação no período: +29,81 mi (+844,08%) Taxa média anual: 4,59 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Essuatíni

Essuatíni 33,35 mi US$
Mundo 857 bi US$
África Subsaariana 57,23 bi US$
África Austral calculado 1,59 bi US$
Países de renda média-baixa calculado 416 bi US$
Remessas recebidas — Essuatíni, por ano Essuatíni Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 33,35 mi −46,6 mi −58,29%
2023 79,95 mi −46,54 mi −36,79%
2022 126 mi −5,69 mi −4,3%
2021 132 mi +19,67 mi +17,49%
2020 112 mi −6,21 mi −5,23%
2019 119 mi −7,04 mi −5,6%
2018 126 mi −18,68 mi −12,93%
2017 144 mi +45,99 mi +46,73%
2016 98,42 mi +2,65 mi +2,77%
2015 95,77 mi −53.055 −0,06%
2014 95,82 mi +20,7 mi +27,56%
2013 75,12 mi −13,43 mi −15,16%
2012 88,55 mi +25,04 mi +39,43%
2011 63,51 mi +8,82 mi +16,12%
2010 54,69 mi −38,77 mi −41,48%
2009 93,46 mi +3,82 mi +4,26%
2008 89,64 mi −5,48 mi −5,77%
2007 95,12 mi −532.885 −0,56%
2006 95,66 mi +233.199 +0,24%
2005 95,42 mi +12,62 mi +15,25%
2004 82,8 mi +17,57 mi +26,94%
2003 65,23 mi +21,09 mi +47,8%
2002 44,13 mi −8,59 mi −16,29%
2001 52,72 mi −4,08 mi −7,18%
2000 56,8 mi −13,21 mi −18,87%
1999 70,01 mi −8,36 mi −10,66%
1998 78,37 mi −5,39 mi −6,43%
1997 83,75 mi +8,36 mi +11,08%
1996 75,4 mi −6,83 mi −8,3%
1995 82,22 mi +5,16 mi +6,69%
1994 77,07 mi −5,67 mi −6,85%
1993 82,74 mi −27,96 mi −25,26%
1992 111 mi +2,05 mi +1,89%
1991 109 mi −4,18 mi −3,7%
1990 113 mi +3,05 mi +2,77%
1989 110 mi +14,98 mi +15,81%
1988 94,79 mi +15,91 mi +20,17%
1987 78,88 mi +23,87 mi +43,39%
1986 55,01 mi +7,46 mi +15,69%
1985 47,55 mi −5,12 mi −9,72%
1984 52,67 mi −379.246 −0,71%
1983 53,05 mi +15,84 mi +42,57%
1982 37,21 mi −2,73 mi −6,83%
1981 39,93 mi +4,62 mi +13,09%
1980 35,31 mi +18,44 mi +109,33%
1979 16,87 mi +2,61 mi +18,29%
1978 14,26 mi +2,19 mi +18,1%
1977 12,07 mi +2,3 mi +23,53%
1976 9,77 mi +1,8 mi +22,52%
1975 7,98 mi +4,45 mi +125,88%
1974 3,53 mi

África Austral, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.