Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Malta

Remessas recebidas em Malta em 2024 — 15.664.054 US$. Posição 154 no mundo, de um total de 160. Desde 1971, o indicador caiu 13,8%.

2024 15,66 mi US$ +0,56% vs 2023
Posição no mundo 154de 160
Máximo do período 319 mi US$2004
Mínimo do período 9,11 mi US$1997

Evolução ao longo do tempo

1971–2024 · US$

Remessas recebidas — Malta, 1971–20240100 mi200 mi300 mi400 mi19711977198319891995200120072013201920241971: 18.177.015 US$1972: 17.820.797 US$1973: 19.522.953 US$1974: 18.677.931 US$1975: 21.830.467 US$1976: 32.224.995 US$1977: 36.229.382 US$1978: 26.467.154 US$1979: 28.733.227 US$1980: 35.029.144 US$1981: 28.187.164 US$1982: 39.306.793 US$1983: 42.779.594 US$1984: 36.873.623 US$1985: 34.743.317 US$1986: 45.802.403 US$1987: 46.021.370 US$1988: 51.684.013 US$1989: 70.015.854 US$1990: 58.211.399 US$1991: 42.017.990 US$1992: 30.490.086 US$1993: 25.454.542 US$1994: 23.547.245 US$1995: 15.190.289 US$1996: 13.121.567 US$1997: 9.111.577 US$1998: 13.097.150 US$1999: 20.135.249 US$2000: 17.497.061 US$2001: 12.930.129 US$2002: 21.201.645 US$2003: 25.794.804 US$2004: 319.219.552 US$2005: 222.082.589 US$2006: 208.795.974 US$2007: 229.286.698 US$2008: 264.462.406 US$2009: 259.902.917 US$2010: 229.566.341 US$2011: 227.124.910 US$2012: 200.108.441 US$2013: 245.878.450 US$2014: 252.779.864 US$2015: 274.400.267 US$2016: 251.428.717 US$2017: 24.258.539 US$2018: 20.654.421 US$2019: 13.189.444 US$2020: 13.715.972 US$2021: 13.973.833 US$2022: 12.344.193 US$2023: 15.577.520 US$2024: 15.664.054 US$
Variação no período: −2,51 mi (−13,82%) Taxa média anual: -0,28 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Malta

Malta 15,66 mi US$
Mundo 857 bi US$
Europa do Sul calculado 42,97 bi US$
Países de renda alta calculado 199 bi US$
Remessas recebidas — Malta, por ano Malta Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 15,66 mi +86.534 +0,56%
2023 15,58 mi +3,23 mi +26,19%
2022 12,34 mi −1,63 mi −11,66%
2021 13,97 mi +257.861 +1,88%
2020 13,72 mi +526.528 +3,99%
2019 13,19 mi −7,46 mi −36,14%
2018 20,65 mi −3,6 mi −14,86%
2017 24,26 mi −227 mi −90,35%
2016 251 mi −22,97 mi −8,37%
2015 274 mi +21,62 mi +8,55%
2014 253 mi +6,9 mi +2,81%
2013 246 mi +45,77 mi +22,87%
2012 200 mi −27,02 mi −11,89%
2011 227 mi −2,44 mi −1,06%
2010 230 mi −30,34 mi −11,67%
2009 260 mi −4,56 mi −1,72%
2008 264 mi +35,18 mi +15,34%
2007 229 mi +20,49 mi +9,81%
2006 209 mi −13,29 mi −5,98%
2005 222 mi −97,14 mi −30,43%
2004 319 mi +293 mi +1.137,53%
2003 25,79 mi +4,59 mi +21,66%
2002 21,2 mi +8,27 mi +63,97%
2001 12,93 mi −4,57 mi −26,1%
2000 17,5 mi −2,64 mi −13,1%
1999 20,14 mi +7,04 mi +53,74%
1998 13,1 mi +3,99 mi +43,74%
1997 9,11 mi −4,01 mi −30,56%
1996 13,12 mi −2,07 mi −13,62%
1995 15,19 mi −8,36 mi −35,49%
1994 23,55 mi −1,91 mi −7,49%
1993 25,45 mi −5,04 mi −16,52%
1992 30,49 mi −11,53 mi −27,44%
1991 42,02 mi −16,19 mi −27,82%
1990 58,21 mi −11,8 mi −16,86%
1989 70,02 mi +18,33 mi +35,47%
1988 51,68 mi +5,66 mi +12,3%
1987 46,02 mi +218.967 +0,48%
1986 45,8 mi +11,06 mi +31,83%
1985 34,74 mi −2,13 mi −5,78%
1984 36,87 mi −5,91 mi −13,81%
1983 42,78 mi +3,47 mi +8,84%
1982 39,31 mi +11,12 mi +39,45%
1981 28,19 mi −6,84 mi −19,53%
1980 35,03 mi +6,3 mi +21,91%
1979 28,73 mi +2,27 mi +8,56%
1978 26,47 mi −9,76 mi −26,95%
1977 36,23 mi +4 mi +12,43%
1976 32,22 mi +10,39 mi +47,61%
1975 21,83 mi +3,15 mi +16,88%
1974 18,68 mi −845.022 −4,33%
1973 19,52 mi +1,7 mi +9,55%
1972 17,82 mi −356.218 −1,96%
1971 18,18 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.