Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Albânia

Remessas recebidas na Albânia em 2025 — 2.562.575.022 US$. Posição 44 no mundo, de um total de 94. Desde 1992, o indicador aumentou 1.588,1%.

2025 2,56 bi US$ +12,67% vs 2024
Posição no mundo 44de 94
Máximo do período 2,56 bi US$2025
Mínimo do período 152 mi US$1992

Evolução ao longo do tempo

1992–2025 · US$

Remessas recebidas — Albânia, 1992–202501 bi2 bi3 bi1992199620002004200820122016202020241992: 151.800.000 US$1993: 332.000.000 US$1994: 307.100.000 US$1995: 427.300.000 US$1996: 550.900.000 US$1997: 300.300.000 US$1998: 504.140.000 US$1999: 407.200.000 US$2000: 597.800.000 US$2001: 699.300.000 US$2002: 733.570.000 US$2003: 888.748.582 US$2004: 1.160.672.105 US$2005: 1.289.704.316 US$2006: 1.359.467.325 US$2007: 1.468.020.000 US$2008: 1.865.581.564 US$2009: 1.717.698.012 US$2010: 1.586.574.271 US$2011: 1.552.078.514 US$2012: 1.419.772.515 US$2013: 1.281.848.114 US$2014: 1.421.007.454 US$2015: 1.290.863.508 US$2016: 1.306.009.167 US$2017: 1.311.822.432 US$2018: 1.458.210.056 US$2019: 1.472.812.242 US$2020: 1.465.987.212 US$2021: 1.718.355.918 US$2022: 1.745.245.136 US$2023: 2.036.169.283 US$2024: 2.274.440.594 US$2025: 2.562.575.022 US$
Variação no período: +2,41 bi (+1.588,13%) Taxa média anual: 8,94 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Albânia

Albânia 2,56 bi US$
Mundo 804 bi US$
Países de renda média-alta calculado 203 bi US$
Remessas recebidas — Albânia, por ano Albânia Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 2,56 bi +288 mi +12,67%
2024 2,27 bi +238 mi +11,7%
2023 2,04 bi +291 mi +16,67%
2022 1,75 bi +26,89 mi +1,56%
2021 1,72 bi +252 mi +17,21%
2020 1,47 bi −6,83 mi −0,46%
2019 1,47 bi +14,6 mi +1%
2018 1,46 bi +146 mi +11,16%
2017 1,31 bi +5,81 mi +0,45%
2016 1,31 bi +15,15 mi +1,17%
2015 1,29 bi −130 mi −9,16%
2014 1,42 bi +139 mi +10,86%
2013 1,28 bi −138 mi −9,71%
2012 1,42 bi −132 mi −8,52%
2011 1,55 bi −34,5 mi −2,17%
2010 1,59 bi −131 mi −7,63%
2009 1,72 bi −148 mi −7,93%
2008 1,87 bi +398 mi +27,08%
2007 1,47 bi +109 mi +7,98%
2006 1,36 bi +69,76 mi +5,41%
2005 1,29 bi +129 mi +11,12%
2004 1,16 bi +272 mi +30,6%
2003 889 mi +155 mi +21,15%
2002 734 mi +34,27 mi +4,9%
2001 699 mi +102 mi +16,98%
2000 598 mi +191 mi +46,81%
1999 407 mi −96,94 mi −19,23%
1998 504 mi +204 mi +67,88%
1997 300 mi −251 mi −45,49%
1996 551 mi +124 mi +28,93%
1995 427 mi +120 mi +39,14%
1994 307 mi −24,9 mi −7,5%
1993 332 mi +180 mi +118,71%
1992 152 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.