Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Sérvia

Remessas recebidas na Sérvia em 2025 — 6.557.615.145 US$. Posição 28 no mundo, de um total de 94. Desde 2007, o indicador aumentou 74,2%.

2025 6,56 bi US$ +13,78% vs 2024
Posição no mundo 28de 94
Máximo do período 6,56 bi US$2025
Mínimo do período 3,21 bi US$2016

Evolução ao longo do tempo

2007–2025 · US$

Remessas recebidas — Sérvia, 2007–20253 bi4 bi5 bi6 bi7 bi20072009201120132015201720192021202320252007: 3.764.205.524 US$2008: 3.545.491.380 US$2009: 4.649.881.251 US$2010: 4.117.446.496 US$2011: 3.960.970.272 US$2012: 3.546.455.140 US$2013: 4.024.794.307 US$2014: 3.696.031.997 US$2015: 3.370.435.504 US$2016: 3.205.371.734 US$2017: 3.589.629.282 US$2018: 4.445.606.867 US$2019: 4.237.925.901 US$2020: 3.868.521.648 US$2021: 4.597.739.283 US$2022: 5.704.184.319 US$2023: 5.772.222.603 US$2024: 5.763.190.455 US$2025: 6.557.615.145 US$
Variação no período: +2,79 bi (+74,21%) Taxa média anual: 3,13 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Sérvia

Sérvia 6,56 bi US$
Mundo 804 bi US$
Países de renda média-alta calculado 203 bi US$
Remessas recebidas — Sérvia, por ano Sérvia Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 6,56 bi +794 mi +13,78%
2024 5,76 bi −9,03 mi −0,16%
2023 5,77 bi +68,04 mi +1,19%
2022 5,7 bi +1,11 bi +24,06%
2021 4,6 bi +729 mi +18,85%
2020 3,87 bi −369 mi −8,72%
2019 4,24 bi −208 mi −4,67%
2018 4,45 bi +856 mi +23,85%
2017 3,59 bi +384 mi +11,99%
2016 3,21 bi −165 mi −4,9%
2015 3,37 bi −326 mi −8,81%
2014 3,7 bi −329 mi −8,17%
2013 4,02 bi +478 mi +13,49%
2012 3,55 bi −415 mi −10,46%
2011 3,96 bi −156 mi −3,8%
2010 4,12 bi −532 mi −11,45%
2009 4,65 bi +1,1 bi +31,15%
2008 3,55 bi −219 mi −5,81%
2007 3,76 bi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.